Notícias, Legislação, Simulados, Testes, Sinalização, tudo sobre o trânsito

Jovens no Trânsito

 

Jovens dirigem sem carteira.


Pesquisa Completa e alarmante sobre o comportamento de jovens no trānsito.

Esta pesquisa será apresentada a ONU/OMS, na Semana Mundial da Segurança do Trânsito, entre os dias (23 a 29 de abril).

 

O JOVEM E O TRÂNSITO

 

A Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização Mundial de Saúde (OMS) elegeram o jovem como protagonista dos temas a serem debatidos neste ano, na Semana Mundial de Segurança no Trânsito, a ser realizada entre os dias 23 a 29 de abril.


A Semana Mundial ONU/OMS de Segurança no Trânsito promovida pela Organização das Nações Unidas tem por objetivo propor ações internacionais de segurança no trânsito voltadas aos jovens.


Dados fornecidos pelo DENATRAN, referentes ao ano de 2005, informam que dos 26.409 mortos em acidentes de trânsito no Brasil, 7.132 tinham entre 18 e 29 anos (27%) e dos 526.421 motoristas envolvidos em acidentes de trânsito, 186.615 estavam nessa faixa etária (35,44%).


Estes dados confirmam a tese de que “O trânsito é a principal causa de morte entre os jovens no mundo, mais do que as guerras”.


Frente a este cenário, que se reflete de maneira direta sobre a economia do País, a Volvo (Programa Volvo de Segurança no Trânsito), Perkons (empresa paranaense que desenvolve equipamentos de fiscalização eletrônica de trânsito e pioneira no desenvolvimento das lombadas eletrônicas), Ministério da Saúde e Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) realizaram duas ações que objetivaram identificar o pensamento dos jovens sobre o trânsito/ segurança no trânsito, suas atitudes como jovens condutores e não condutores (pedestres, passageiros).

 

As ações foram:

 

  • Pesquisa quantitativa: realizada pelo IBOPE com universo de 1.000 entrevistas
  • Realização de 03 “Encontros”, que aconteceram nas cidades de Goiânia, São Paulo e Porto Alegre, para coleta de informações quanlitativas.

Os “Encontros”


A realização dos Encontros foi através de uma Dinâmica Participativa, seguida de Debates e Depoimentos, forneceu dados qualitativos sobre os jovens e sua relação com o trânsito.


Os grupos foram formados por jovens da faixa etária compreendida entre os 16 e 25 anos, condutores de bicicleta, motocicleta, carros e não condutores - pedestres e passageiros de veículos particulares e coletivos, alunos do ensino médio ou superior e que trabalham em serviços internos e externos

.

A dinâmica foi realizada em 3 etapas:


1ª etapa – Apresentação do grupo através do relato de um fato vivenciado no trânsito, pelos participantes.

2ª etapa – Dramatização, divisão do grupo em 2 sub grupos:
Grupo de Ação (GA) e Grupo de Observação e Verbalização (GOV).
Os grupos receberam um instrumental específico que serviu de orientação para criação do contexto de trânsito onde foram representados os papéis.

3ª etapa – Depoimentos dos participantes, levantamento de opiniões sobre o tema e sugestões através de instrumental próprio.

 

Abaixo detalhamos cada uma das ações realizadas:

 

1) Pesquisa IBOPE sobre o comportamento do Jovem no Trânsito
Esta é a primeira pesquisa realizada no país que traça o comportamento e a visão que o jovem tem do trânsito.
A pesquisa foi encomendada pela Volvo (Programa Volvo de Segurança no Trânsito), Perkons (empresa paranaense que desenvolve equipamentos de fiscalização eletrônica de trânsito e pioneira no desenvolvimento das lombadas eletrônicas), Ministério da Saúde e Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT).

 

Enviamos anexo o resultado final da pesquisa (perguntas fechadas).

 

Alguns pontos interessantes observados no resultado do Ibope:

 

  • Do total de entrevistados, 76% declararam não ter carteira de habilitação. Porém, 35% declararam dirigir de vez em quando.

 

  • Chama a atenção que 82% dos entrevistados tem entre 18 e 25 anos, idade para ter carteira de habilitação.
  • A pesquisa revela que 30% dos jovens aprenderam a dirigir carro com o pai e 33% com amigos ou parentes. Quando a pergunta é sobre quem ensinou a dirigir moto, 78% revelam que aprendeu fora de casa, com amigos ou parentes.

 

  • 88% pensam que o jovem dirige mais depressa e que a adrenalina (37%) e a bebida (30%) são os motivadores do excesso de velocidade.
  • Mesmo afirmando que o jovem abusa da velocidade no trânsito, 61% declaram que não se sente seguro no trânsito, andando de carro/moto.

 

  • 80% dos entrevistados sempre vêem jovens na direção com outros jovens como passageiros e 86% admitem que o risco de acidentes é maior quando o motorista jovem está com dois ou mais passageiros jovens no carro.
  • 37% revela que vêem com freqüência jovens agindo como loucos na direção.

 

  • 38% dizem que sempre vêem motorista suspeito de estar alcoolizado e 39% admitem que muitas vezes vêem passageiros com bebida alcoólica no carro.
  • 56% dos entrevistados declaram que a fiscalização eletrônica mais adequada para a segurança no trânsito, sendo a lombada eletrônica o equipamento mais adequado para fiscalizar o trânsito. Além disso, a pesquisa revela que o jovem 73% acreditam que este equipamento é o mais adequado para educar os motoristas.

 

TOTAL DE ENTREVISTAS REALIZADAS : 1.000


ONDA : 12/04/2007 a 17/04/2007 - COMPORTAMENTO DOS JOVENS NO TRÂNSITO

 

2) Encontros qualitativos
Foram realizados 03 encontros. Abaixo detalhamos o resultado apontado em cada um deles.

 

2.a) Goiânia-GO

O Encontro foi realizado no dia 10 de abril de 2007, com um grupo de  27 jovens.


Caracterização do grupo:
O grupo era constituído de 27 jovens:


- 17 menores de 18 anos
- 23 tem nível médio e 4 são universitários
- 2 possuem Carteira Nacional de Habilitação

 

Do grupo participante, 33% dirigem, embora só 8% tenham CNH e 74% dirigem bicicleta.
Do total, 37% aprenderam a dirigir com pai ou mãe, 15% com instrutor e 26% aprenderam com amigos.
Na percepção do jovem, a velocidade é conseqüência da pressa (67%), bebida (52%) e busca pela adrenalina/emoção (30%).


A fiscalização de trânsito é considerada como satisfatória por 52% dos jovens e ruim por 15%.
Quanto à sinalização, 54% dos jovens consideram a sua eficiência regular e 15% acham precária.
A existência de lombada eletrônica ajuda a estabelecer comportamentos mais seguros segundo a avaliação de 81% dos jovens; 22% deles avaliam que as mesmas ajudam a educar o motorista; 7,5% não conhecem o equipamento.


Na visão dos jovens, o acidente de trânsito é uma conseqüência da irresponsabilidade (56%) e da falta de atenção (41%). Dos 27 participantes, 6 (22%) já se envolveram em acidentes como passageiro, 7 (26%) como pedestre e 8 (30% ) como motorista. Relatam como causas principais dos acidentes irresponsabilidade (15%) e falta de atenção (22%).


82% dos participantes do grupo identifica maior risco de acidente quando o motorista  jovem está com um grupo de jovens dentro do carro, porque o grupo influencia o motorista (33%) e  atrapalha a concentração do mesmo (26%).


O grupo indicou os comportamentos mais notados por eles quando observam outros jovens dirigindo. Abaixo constam os observados muitas vezes:


- 82% - com grupo de jovens no carro
- 89% - ouvindo música alta no carro
- 60% - com suspeita de alcoolizado
- 52% - bebidas alcoólicas no carro
- 52% - com passageiros incentivando o motorista a correr
- 30% - com passageiros que fumam maconha ou outra droga
- 97% - acima da velocidade permitida
- 82% - com pressa
- 30% - com sinais de cansaço ou sono
- 71% - fumando cigarro
- 75% - com passageiros distraindo o motorista
- 41% - motorista usando cinto de segurança
- 41% - passageiro no banco dianteiro usando cinto de segurança
-   0% - passageiro no banco traseiro usando cinto de segurança
- 82% - motorista usando celular


Apenas 22%  participam dos custos financeiros do veículo.


Quanto a campanhas educativas de trânsito, 45% dos jovens lembram de campanhas realizadas, e 41% acredita na sua importância para a conscientização  das pessoas quanto a comportamentos no trânsito e 30% para a educação.


Solicitados a apontar sugestões para desenvolvimento de comportamentos mais seguros dos jovens nos trânsitos, foram elencados:


- 63% indicaram intensificação de campanhas educativas
- 41% indicaram melhoria na fiscalização
- 30% indicaram incentivo a ações de conscientização do cidadão.

 

Considerações da dinâmica


A oportunidade dada no início do trabalho a cada participante de relatar um fato ligado a trânsito, evidenciou a visão dos jovens de que o assunto trânsito está ligado a acidentes, pois todos relataram fatos ligados a acidentes.


O uso da bicicleta é grande pelos jovens, e o grupo colocou a dificuldade de circulação por falta de área própria e da existência de grande número de relatório.
O grupo relatou a ocorrência de grande número de rachas em pontos bem identificados.
Foi ressaltado a disputa entre motoristas e motoboys, principalmente nos semáforos.
Dos participantes do grupo, 4 participaram, no passado, de projetos de educação de trânsito no ensino fundamental e médio. Ressaltaram não existir esse trabalho nas escolas atualmente.
Em avaliação do grupo participante foram ressaltados:

  • a oportunidade de espaços de discussão e troca de experiências entre jovens
  • o uso de vans para transporte depois de baladas
  • desenvolvimento de projetos de educação nas escolas em todos os níveis

2.b) São Paulo-SP
O Encontro foi realizado no dia 11 de abril, com participação de 16 jovens.

Caracterização do grupo:

O grupo era constituído de 16 jovens:
- 4 menores de 18 anos
- 9 tem nível médio e 7 são universitários
- 4 possuem Carteira Nacional de Habilitação

Do grupo participante, 56% dirigem, embora só 25% tenham CNH.
Do total, 56% aprenderam a dirigir com pai ou mãe, 25% com instrutor (o que corresponde aos 4 habilitados), e 50% aprenderam com amigos.
Na percepção do jovem, a velocidade é conseqüência da busca pela adrenalina/emoção (75%) e pressa (62%).

A fiscalização de trânsito é considerada como satisfatória por 44% dos jovens.
Quanto à sinalização, 69% dos jovens consideram a sua eficiência regular.
A existência de lombada eletrônica ajuda a estabelecer comportamentos mais seguros segundo a avaliação de 62,5% dos jovens; 25% deles avaliam que as mesmas ajudam a educar o motorista; 12,5% não conhecem o equipamento.
Na visão dos jovens, o acidente de trânsito é uma conseqüência da irresponsabilidade (56%) e da falta de atenção (31%).

Dos 16 participantes, 7 (44%) já se envolveram em acidentes como passageiro, 3 (19% ) como pedestre e 2 (13%) como motorista.
Relatam como causas principais dos acidentes irresponsabilidade (31%) e falta de atenção (25%).
81% dos participantes do grupo identifica maior risco de acidente quando o motorista  jovem está com um grupo de jovens dentro do carro, porque o grupo influencia o motorista (56%) e  atrapalha a concentração do mesmo (37%).

O grupo indicou os comportamentos mais notados por eles quando observam outros jovens dirigindo.

 

Abaixo constam os observados muitas vezes:

- 62% - com grupo de jovens no carro
- 81% - ouvindo música alta no carro
- 44% - com suspeita de alcoolizado
- 38% - bebidas alcoólicas no carro
- 38% - com passageiros incentivando o motorista a correr
- 31% - com passageiros que fumam maconha ou outra droga
- 75% - acima da velocidade permitida
- 63% - com pressa
- 38% - com sinais de cansaço ou sono
- 81% - fumando cigarro
- 63% - com passageiros distraindo o motorista
- 44% - motorista usando cinto de segurança
- 38% - passageiro no banco dianteiro usando cinto de segurança
-   0% - passageiro no banco traseiro usando cinto de segurança
- 56% - motorista usando celular

Apenas 25% (4 dos participantes) participam dos custos financeiros do veículo.
Quanto a campanhas educativas de trânsito, 50% dos jovens lembram de campanhas realizadas, e 62% acredita na sua importância para a conscientização  das pessoas quanto a comportamentos no trânsito.
Solicitados a apontar sugestões para desenvolvimento de comportamentos mais seguros dos jovens nos trânsitos, foram elencados:

- 50% indicaram intensificação de campanhas educativas
- 56% indicaram melhoria na fiscalização
- 50% indicaram incentivo a ações de conscientização do cidadão.

 

Considerações da dinâmica

A oportunidade dada no início do trabalho a cada participante de relatar um fato ligado a trânsito, evidenciou a visão dos jovens de que o assunto trânsito está ligado a acidentes, pois todos relataram fatos ligados a acidentes.
Na dramatização, em que o objetivo era de ampliar a visão sobre todos os papéis no trânsito, foi possível observar:

  • autoridade de trânsito foi praticamente inexistente e ignorado pelos outros. Esse conceito também não foi contestado pelo Grupo de Observação.
  • O motoboy representado sugeria a visão padrão desse papel: desrespeitador, apressado, dirigindo perigosamente ... No entanto, no debate e nas intervenções do Grupo de Observação, com a presença de um motoboy participante do grupo, esse conceito se reverteu, dando ao grupo a oportunidade de reflexão e reconhecimento de que o motoboy pode ser seguro e responsável.

Foi comentado pelo grupo o pouco uso da bicicleta, muitos colocando de que gostariam de usar como transporte, até mesmo para colaborar para a diminuição da poluição, mas não se sentem estimulados em função da falta de condições adequadas para transitar.
Também foi evidenciado que ninguém do grupo participou, durante o seu processo de escolaridade, de projetos ligados à educação de trânsito.

Na avaliação do grupo participante:

  • o Encontro foi um espaço para troca de experiências com relação a trânsito e discussão do tema, oportunidade que nenhum dos participantes tinha tido até então.
  • seria interessante a realização desse tipo de atividade em escolas.
  • o grupo sugere a aplicação de penas alternativas cumpridas em atividades de trânsito(educação, sinalização) não somente nos delitos de trânsito, mas também em substituição a multas e no caso da suspensão da carteira por aplicação de pontos.

 

2.c) Porto Alegre-RS
O Encontro foi realizado no dia 13 de abril de 2007, com participação de 22 jovens.

Caracterização do grupo:

O grupo era constituído de 22 jovens:

- 5 menores de 18 anos
- 17 tem nível médio e 5 são universitários
- 5 possuem Carteira Nacional de Habilitação

Do grupo participante, 59% dirigem, embora só 23% tenham CNH.
Do total, 60% aprenderam a dirigir com pai ou mãe, 14% com instrutor e 18% aprenderam com amigos.
Na percepção do jovem, a velocidade é conseqüência da pressa (64%), bebida (46%) e busca pela adrenalina/emoção (45%).
A fiscalização de trânsito é considerada como ruim por 36% e satisfatória por 27% dos jovens.
Quanto à sinalização, 73% dos jovens consideram a sua eficiência regular e 18% acham precária.
A existência de lombada eletrônica ajuda a estabelecer comportamentos mais seguros segundo a avaliação de 82% dos jovens; 14% deles avaliam que as mesmas ajudam a educar o motorista.
Na visão dos jovens, o acidente de trânsito é uma conseqüência da irresponsabilidade (68%) e da falta de atenção (18%).
Dos 22 participantes, 7 (32%) já se envolveram em acidentes como passageiro, 3 (14%) como motorista e 2 (9% ) como pedestre.

Relatam como causas principais dos acidentes irresponsabilidade (14%) e falta de atenção (18%).
91% dos participantes do grupo identifica maior risco de acidente quando o motorista  jovem está com um grupo de jovens dentro do carro, porque o grupo influencia o motorista (55%) e  atrapalha a concentração do mesmo (18%).

O grupo indicou os comportamentos mais notados por eles quando observam outros jovens dirigindo. Abaixo constam os observados muitas vezes:

- 96% - com grupo de jovens no carro
- 91% - ouvindo música alta no carro
- 41% - com suspeita de alcoolizado
- 55% - bebidas alcoólicas no carro
- 27% - com passageiros incentivando o motorista a correr
- 18% - com passageiros que fumam maconha ou outra droga
- 41% - acima da velocidade permitida
- 91% - com pressa
- 27% - com sinais de cansaço ou sono
- 82% - fumando cigarro
- 82% - com passageiros distraindo o motorista
- 64% - motorista usando cinto de segurança
- 77% - passageiro no banco dianteiro usando cinto de segurança
-   4% - passageiro no banco traseiro usando cinto de segurança
- 36% - motorista usando celular

Apenas 18% (4 dos participantes) participam dos custos financeiros do veículo.
Quanto a campanhas educativas de trânsito, 59% dos jovens lembram de campanhas realizadas, e 55% acredita na sua importância para a conscientização  das pessoas quanto a comportamentos no trânsito.
Solicitados a apontar sugestões para desenvolvimento de comportamentos mais seguros dos jovens nos trânsitos, foram elencados:

- 46% indicaram intensificação de campanhas educativas
- 41% indicaram melhoria na fiscalização
- 32% indicaram incentivo a ações de conscientização do cidadão.

 

Considerações da dinâmica

Com esse grupo, foi notado conceito de trânsito ampliado para cidadania, incluindo transporte público, saindo um pouco da acidentalidade.
Alguns trabalhos como a reorganização do DETRAN, os projetos de trabalhos com jovens como  Vida Urgente certamente contribuíram para esse posicionamento em relação a trânsito.
A maioria dos participantes relatou não ter participado, em seu processo de escolaridade, de projetos de educação de trânsito.

Na dinâmica realizada, ficou ressaltada a consciência do grupo em relação ao consumo de bebida alcoólica e suas conseqüências, aumentando o risco no trânsito. Relataram a existência de pontos de bebida em postos de gasolina.

A colocação do grupo é de que, de modo geral, os jovens desconhecem a legislação, não acreditam na sua aplicação e conseqüente punição.
A percepção do grupo em relação a autoridade de trânsito é de ação efetiva, embora tenham sido relatadas situações casuais de abrandamento.


Foi relatada a obtenção da CNH em outro Estado em vista de facilidades, sem participação nas aulas teóricas e práticas.


Também ficou ressaltado o pouco uso da bicicleta, muitos colocando de que gostariam de usar como transporte, até mesmo para colaborar para a diminuição da poluição, mas não se sentem estimulados em função da falta de condições adequadas para transitar.


Em avaliação do grupo participante foram ressaltados:

 

  • o jovem tem que mudar seu comportamento em relação a trânsito
processos de educação de trânsito devem ser desenvolvidos nas escolas, em todos os níveis.
 

Portal do Trânsito

 
 
 
 
 
 
 

.: Portal do Trânsito - Copyright® 2008 - Todos os direitos reservados :.

Quem Somos - Política de Privacidade - Termos de uso - Questões Legais - Anuncie Aqui - Mapa do Site