É um livro de autoajuda no trânsito, com assuntos inéditos e numa linguagem objetiva, rápida e atraente.
Para ajudar o marido, esposa, filhos, funcionários que estão estressados com motoristas, motociclistas e pedestres. Ficam irritados. Falam palavrões. Gritam com outros condutores. Querem brigar. Só andam apressados. Fazem manobras desnecessárias. Querem mostrar para todos que dirigem bem. Correm demais. Ultrapassam todos os limites. Põem em riscos suas vidas e dos passageiros.
Ao lermos este livro podemos chegar a esta conclusão ou ajudar outras pessoas a pensarem sobre a atuação como condutores nas estradas da vida. Com temas: Para que passar no sinal amarelo mais rápido? Por que os condutores não dão seta? Você cuida bem daquilo que não é seu? Quem dirige melhor? Para que ir tão rápido se vou me divertir? Mãos perdidas? Para que brigar no trânsito? Entre mais de cem situações do nosso cotidiano.
Uma ótima complementação e revisão dos conhecimentos adquiridos nos cursos de formação de condutores e tempo de experiência.
Site oficial: www.motoristasemotociclistas.com.br
Sobre o autor:
Rodnei Rivers é administrador de Empresas, professor e palestrante. Consultor na área de segurança de produtos certificados. Há vários anos observa e pesquisa os comportamentos e atitudes dos motoristas e motociclistas. Dirigiu em serviços em todas as partes do país. Filho de motorista de ônibus profissional com 30 anos de experiência, de quem recebeu orientações desde a infância sobre legislação de trânsito.
Autor do livro sobre o hábito de deixar as coisas para depois -“ Se ainda houver tempo – o diário do Protelador ” www.seaindahouvertempo.com.br
Contato: rodneirivers@uol.com.br









horrizada, em pleno seculo 21 tem homem q tem raiva de
mulher dirigindo, um bando de babaca.. a mulher é prudente.
Essa onda de tirar carteira de motorista no interior, leva
muita gente despreparada para o transito, seja homem ou mulher.
Bebida, brigas com seu conjuge tb complica no transito,
dirigir requer equilibrio emocional, senao pode ser um risco
pra sociedade.
Queria estar sonhando,
A história que estou contando,
Presenciei na vida real.
O que na vida foi construído,
Num instante está perdido,
Exclamou a mãe passando mal.
Encontrei o pai desesperado,
Antes que tenha perguntado,
Chorando ele me disse.
Aquele homem é meu filho! O Beto,
Daria-nos o primeiro neto,
E ao lado a esposa Clarice.
Nossos filhos e a única filhinha,
Tão linda e já uma moçinha,
Perderam as vidas muito jovens.
O namorado é aquele perto,
O outro de olho aberto,
O caçula conduzia o automóvel.
Perderam a vida neste acidente,
Fiquei eu e esposa doente,
Sem mais um filho junto.
Se colocarmos vela e uma cruz,
As velas substituem do sol a luz,
Acendendo uma cada defunto.
Das cruzes formaria uma mureta,
Ao longo da estrada preta,
Que carrega a cor do luto.
Quanta dor e quantos ais,
Se filhos ouvissem os pais,
Ninguém colhia esses frutos.
Falávamos com insistência,
Filhos não cometam imprudência,
Apenas nos olhavam e sorriam.
Sem habilitação e sinto,
Só aqui foram mais de cinco,
Tantos outros assim dirigiam.
Quantas mortes teriam evitado,
Se conduzissem com cuidado,
Respeitando indicações, leis e sinais.
Se pudessem voltar o passado,
Sem contar com mutilados,
E os que não veremos já mais.
Cada historia seriam diferentes,
Os motoristas mais conscientes,
Na estrada andariam educados.
Equipamentos necessários usariam,
Indicações e advertências respeitariam,
Com o sinto no banco amarado.
Se a placa quarenta por hora tem,
Não corriam mais de cem,
Naquela curva acentuada.
Tão pouco ultrapassava,
Sem visão aventurava,
Pra ouvir dos pneus a cantada.
Testar do carro a estabilidade,
Correndo alta velocidade,
No último cambio da caixa.
Pra não perder o embalo,
Passava todos os carros,
Sendo dupla ou continua a faixa.
No volante embriagado,
Menor e sem cuidado,
Resolveu provocar um racha.
Por que outros estavam vendo,
Cavalinho de pau saiu fazendo,
Na mão o litro de cachaça.
Jovens estavam gritando,
Aplausos incentivos assobiando,
Ele sentindo-se herói.
Rumo outra cidade acelerando,
Aos pais acabaram deixando.
A dor no peito corrói.
Eles partiram sem volta,
Minha maior revolta,
Quem pensa ser imortal.
Transito não é status, aparecia,
É falta de consciência,
Somos todos, frágeis igual.
O recado que vou deixar,
Depois não adianta chorar,
Vida não tem conserto.
Este desespero presenciado,
Daquele pai abalado,
Dos seis mortos que estavam perto.
http://poetadaterra.blogspot.com/
Clairton Buffon,
Chapecó, 10 de Março de 2010.