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Palmas pode ser a primeira Capital brasileira no Programa Comunidade Segura 

A execução de uma série de projetos com foco na redução e prevenção de acidentes de trânsito e também as ações que visam levar segurança aos palmenses podem garantir à Capital do Tocantins um lugar no Programa Comunidade Segura, certificado pela Organização Mundial da Saúde – OMS.  Uma oficina realizada na tarde desta quinta-feira, 13, no Auditório da Secretaria Municipal de Saúde – Semus reuniu representantes de vários órgãos com Luiz Otávio Maciel, consultor do Ministério da Saúde, onde detalhes sobre a proposta foram destacados. Para confirmar seu interesse, Palmas deverá enviar carta de intenção ao órgão certificador, com sede em Cali, na Colômbia.
Segundo Luiz Otávio, o programa é um modelo de intervenção da Organização Mundial da Saúde para o controle e a prevenção de violências e lesões baseadas na comunidade, onde as experiências com êxitos passam a fazer parte de uma rede internacional, socializando as ideias positivas com os demais países certificados. Luiz Otávio acredita na participação de Palmas e para isso leva em conta os resultados obtidos pela Capital no Projeto Vida no Trânsito. “É a melhor experiência do último ano e Palmas foi a única cidade que apresentou redução de todos os índices. Isso é motivador para a cidade continuar com as intervenções e definir a melhor proposta para apresentar a primeira cidade brasileira certificada”, disse o consultor.

Conforme explica o representante do Ministério da Saúde, para fazer parte do Programa, não é necessário que a cidade inteira se inscreva. Basta que uma determinada região da Capital desenvolva alguma ação que contemple os critérios estabelecidos. “Pode ser um bairro, uma área que deseja ser certificada com essas experiências exitosas”, completou. Nesse modelo de programa, a comunidade discute com a Prefeitura a melhor forma de resolver os problemas e cada um compromete-se em fazer sua parte. “Construindo por você, esse é o princípio do Comunidade Segura. A mudança é simples, depende da conduta de cada pessoa. Você quer sua proteção, sua segurança, participe”, destaca Luiz Otávio.
A decisão sobre o envio da carta de intenção deverá ocorrer nos próximos dias, quando ocorrerá um novo encontro entre os representantes dos órgãos participantes da oficina e o consultor do Ministério da Saúde.

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