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Instituto ajuda famílias a comprar equipamentos pra levar crianças 

Obrigatórios por lei, os equipamentos para transporte de crianças estão cada vez mais difundidos. Mas os preços ainda assustam alguns pais. Para ajudar famílias carentes, o Instituto Paz no Trânsito doa e empresta bebês-conforto, cadeirinhas e assentos de elevação, além de angariar recursos para comprar equipamentos.

Em cinco meses, 30 famílias foram contempladas no Hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul. “Já temos casos de pessoas beneficiadas que estão devolvendo o bebê-conforto para pegar a cadeirinha, sem qualquer custo”, comenta Christiane Yared, presidente do instituto. Em média, os pais encontram o bebê-conforto a R$ 250 nas lojas e R$ 100 nos brechós infantis. Já a cadeirinha custa a partir de R$ 450.

Investimento

O diretor do departamento de Educação da Secretaria Municipal de Trânsito (Setran), Celso Alves Mariano, lembra que os dispositivos devem ser encarados pelos pais e responsáveis como investimento, apesar do custo. “É uma exigência porque há uma realidade cruel. Às vezes, o acidente não é grave, mas a criança é projetada. A mãe não terá reflexo ou força suficiente para proteger a criança”, lembra.

De acordo com Mariano, apesar da resistência de parte das famílias, vem crescendo o uso dos equipamentos de segurança. Nas fiscalizações rotineiras, os agentes da Setran verificam a presença dos dispositivos nos carros em que há crianças.

Bom senso no transporte

A legislação prevê uso do bebê-conforto para transportar crianças de até um ano. De um a quatro anos, os pais devem instalar a cadeirinha no banco de trás. A partir dos quatro até sete anos e meio, a criança deve ser colocada em assento de elevação, usado junto com o cinto de segurança. Acima dessa idade, até os 10 anos, a criança deve ficar apenas no banco de trás, usando o cinto. “Mas é preciso ter bom senso porque algumas crianças de 10 anos são pequenas. A parte abdominal do cinto deve estar na altura dos ossos da bacia. E a parte transversal deve passar no meio no peito e com a parte superior na clavícula (a chamada saboneteira). O cinto nunca deve passar pelo pescoço”, alerta Celso Alves Mariano.

Trabalho levado às escolas

O Instituto Paz no Trânsito, em funcionamento há dois anos, ainda faz o trabalho de conscientização da importância do transporte seguro das crianças no Hospital Angelina Caron.

Outros dois hospitais, em Curitiba, devem receber o mesmo serviço em breve. Também há auxílio para as famílias de vítimas do trânsito que ficaram com sequelas permanentes, além do Núcleo de Apoio às Vítimas, que inclui serviço com psicólogos e orientação jurídica. A equipe do instituto ainda oferece trabalho gratuito nas escolas, com a capacitação de professores para falar sobre trânsito no dia a dia, dentro das matérias do currículo. Informações pelo telefone (41) 3022-0618.

Fonte: Paraná Online


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