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Saiba quando é hora de revisar a sua moto 

Manter a motocicleta em ordem é fundamental para evitar acidentes. Confira os componentes e acessórios que devem ser checados periodicamente para garantir uma pilotagem segura

No dia 27 de julho, foi comemorado o Dia do Motociclista. Andar de moto é um estilo de vida, pela praticidade, economia ou a paixão e sensação de liberdade. Para aproveitar esses momentos de diversão, porém, é fundamental garantir a manutenção adequada do veículo.

Motocicleta em dia é sinônimo de segurança no trânsito para todos, principalmente, para o piloto. Observar as informações presentes no manual do proprietário, seguir o plano de revisão preventiva e fazer a inspeção de itens importantes como luzes de painel, buzina, setas, alavanca da embreagem, freios e pneus são os primeiros passos para a manutenção adequada. É recomendado seguir os intervalos programados de verificação para garantir o rendimento de cada componente. Motos utilizadas em condições rigorosas, como no caso dos motofretistas ou quem circula com frequência por terrenos acidentados, necessitam de serviços mais seguidamente.

Elétrica não é para qualquer um

Quando o assunto é o sistema elétrico, é recomendável que o usuário observe se todas as luzes estão funcionando (de freio, piscas, lanterna, farol e painel). Qualquer problema nesses itens é considerado infração média, segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), e o proprietário corre o risco de ser multado ou ter o veículo apreendido. Além disso, a falta de iluminação compromete a segurança, pois a visibilidade da moto fica prejudicada. Se o piloto notar algum defeito, é melhor procurar uma concessionária para uma avaliação profissional.

– Se não souber mexer, corre o risco de gerar um curto-circuito e queimar várias peças – alerta o gerente de serviços da Estação H, concessionária Honda, Cristiano Ávila.

Para checar a parte elétrica e mecânica as oficinas costumam levar pelo menos um turno – a maioria agenda o serviço. O custo de uma revisão geral varia entre R$ 150 e R$ 200 para os modelos 125cc. Não é tão barato, mas sofrer uma pane na estrada, ou um acidente, é bem mais caro.

Para rodar sem sustos

O motociclista também deve ficar atento à calibragem dos pneus. A pressão correta está diretamente relacionada com a estabilidade do veículo, o conforto e a segurança do piloto e a durabilidade da borracha. É fundamental que as especificações estejam de acordo com o manual do proprietário. O piloto tem que inspecionar os pneus e os aros quanto à presença de objetos presos como pregos, cacos de vidro e pedras, assim como observar se algum raio da roda está quebrado ou frouxo.

Olho vivo com fluído e pastilhas

Os freios são os componentes que mais influenciam para uma pilotagem segura. Por isso, precisam estar com os cabos sempre regulados e lubrificados. Nos freios a tambor, a lona sofre desgaste com o tempo. Por isso, o estado da peça deve ser verificado no período indicado no manual. Se o sistema for hidráulico, é essencial checar o nível de fluído. Caso a indicação esteja abaixo do mínimo, pode significar vazamento ou desgaste excessivo das pastilhas, que, neste caso, precisam ser substituídas. Sempre que precisar trocar algum componente da motocicleta, é recomendado o uso de peças genuínas, que duram mais.

NÃO ESQUEÇA DE TROCAR O ÓLEO DO MOTOR

Outro item importante é o nível do óleo do motor, que deve ser verificado diariamente, pois afeta o desempenho e a vida útil do propulsor. Caso esteja abaixo do indicado, deve-se completar com o tipo específico para o modelo. De tempos em tempos, conforme a orientação que consta no manual do proprietário, é preciso realizar a troca completa do óleo do motor. Segundo Cristiano, essa é uma tarefa que o motociclista pode fazer em casa, porém, há uma ressalva:

– Sempre recomendo para os clientes que, se fizer a troca por conta, não coloque o óleo queimado fora em qualquer lugar. É só trazer aqui que nós fazemos o descarte da forma correta, para não prejudicar o meio ambiente. Não paga nada – avisa.

É aconselhado também lavar e lubrificar periodicamente o sistema de transmissão, corrente, coroa e pinhão. Em locais com muita terra ou areia, o procedimento deve ser intensificado.

Fonte: Diário Gaúcho

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1 Comentário

  1. Diogo Almeida Silva Batista

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