
Segundo Andrea Bacelar, neurologista do departamento de Sono da Academia Brasileira de Neurologia, “durante as horas em que dormimos, nosso cérebro é capaz de se restaurar para o próximo dia que está por vir”. É nesse momento que o organismo produz hormônios essenciais para o bom funcionamento do corpo como um todo e, inclusive, deixa de ativar alertas para que alcancemos fases profundas do sono. Somente dessa maneira é possível que as estruturas estejam preparadas para proporcionar bem estar físico e mental ao acordar.
O ideal é que, independente do horário que escolhemos nos deitar, aconteça de 7 a 8 horas de sono. Com corpo e mente descansada, recorrer a estimulantes externos como a cafeína e energéticos é dispensável. E não se engane! Eles não são sinônimos de resultados duradouros. “A cafeína, por exemplo, perde sua ação no organismo em pouco tempo e após esse período o sono volta com ainda mais força”, garante Andrea Bacelar.
Fonte: Bem Paraná