
“Esse método facilita a fiscalização e, principalmente, auxilia no problema de muitas cidades que não tem um número de agentes de trânsito suficiente para monitorar as vias urbanas”, diz Celso Alves Mariano, especialista em trânsito e diretor da Tecnodata Educacional.
Algumas instituições já utilizam o sistema, como é o caso da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Órgãos de trânsito de vários municípios já estão em processo de implementação como, por exemplo, a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) de Porto Alegre.
Segundo Mariano, apesar de impopulares as medidas de fiscalização ajudam a diminuir índices de acidentes, o que é positivo. “Ao coibir infrações, coíbe-se imprudências e consequentemente reduzem-se os acidentes”, explica o especialista.