
Segundo o órgão, a medida foi necessária para dar continuidade aos estudos de aprimoramento das normas e procedimentos para a formação e habilitação de condutores de veículos automotores e elétricos.
Com a mudança, o Contran pretende diminuir as fraudes mais comuns que são para clonagem de veículos, evasão fiscal, fraudes contra seguradoras e companhias telefônicas. Com o novo documento, haverá um aumento do número de dispositivos de segurança para impedir falsificação e adulteração do documento. A previsão era aumentar de 20 para 28 os dispositivos de segurança atuais como código de barras, mais elementos em relevo e em microimpressão, além de implantar mudanças de segurança na impressão.
A expectativa é que em cinco anos todas as CNHs já estejam padronizadas. Conforme dados do Denatran, 170 mil documentos em branco, incluindo carteiras e certificados, são extraviados por ano no Brasil.