01 de junho de 2026

Guia prático para dirigir com segurança sob condições adversas

Informações divulgadas pela Dunlop reforçam que pneus, visibilidade e direção defensiva fazem diferença em situações de pista molhada, neblina e baixa aderência.


Por Assessoria de Imprensa Publicado 01/06/2026 às 13h30
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condições adversas
Determinadas situações exigem decisões mais conservadoras por parte do motorista. Foto: jcpjr1111 para Depositphotos

Dirigir sob chuva intensa, neblina ou em pistas escorregadias exige muito mais do que cautela. Nessas situações, fatores como baixa visibilidade, perda de aderência e aumento da distância de frenagem podem transformar pequenos erros em situações graves no trânsito. Informações divulgadas pela Dunlop Pneus alertam que a condução segura em condições adversas começa antes mesmo de o motorista ligar o veículo.

Conforme a empresa, condições adversas não envolvem apenas chuva ou neblina. Buracos na pista, sinalização precária e trechos perigosos também interferem diretamente na capacidade de controle do veículo e na percepção do condutor. Nesse cenário, a direção defensiva e a manutenção preventiva ganham ainda mais importância.

Manutenção do veículo influencia diretamente na segurança

De acordo com a Dunlop, o primeiro passo para reduzir riscos em situações críticas é garantir que o veículo esteja em boas condições de uso. Pneus, freios, faróis e limpadores de para-brisa estão entre os itens que mais impactam a segurança em dias de chuva ou baixa visibilidade.

O gerente de Vendas e Marketing da Dunlop Pneus, Fábio Torres Klabacher, destaca que os pneus têm papel fundamental na aderência do veículo, especialmente em pistas molhadas.

“Pneus em bom estado, com sulcos adequados e calibragem correta, são fundamentais para garantir a aderência, especialmente em pistas molhadas. Limpadores e faróis desempenham papel decisivo na visibilidade — tanto para enxergar quanto para ser visto. A segurança é uma escolha que começa antes mesmo de ligar o motor.”

A empresa também orienta os motoristas a planejarem previamente o trajeto, utilizando aplicativos e verificando pontos críticos da rota. A medida pode ajudar a evitar áreas de maior risco e permitir decisões mais seguras durante o deslocamento.

Velocidade menor pode evitar sinistros

Outro ponto destacado pela Dunlop é a necessidade de reduzir a velocidade em condições adversas. Com menos aderência entre o pneu e o asfalto, o veículo leva mais tempo para responder aos comandos e precisa de uma distância maior para parar completamente.

Além disso, manter distância segura do veículo da frente se torna ainda mais importante em chuva intensa ou neblina. A recomendação é ampliar esse espaço para reduzir o risco de colisões causadas por freadas bruscas ou perda de controle.

Esses cuidados fazem parte dos princípios da direção defensiva, estratégia que busca antecipar riscos e adaptar a condução às condições da via e do ambiente.

Uso correto dos faróis faz diferença

A visibilidade reduzida é um dos principais desafios enfrentados pelos motoristas em situações adversas. Conforme a Dunlop, utilizar corretamente os faróis ajuda tanto na percepção da pista quanto na sinalização do veículo para os demais usuários da via.

Entre as orientações estão:

  • utilizar o farol baixo durante chuva ou neblina, inclusive durante o dia;
  • evitar o uso do farol alto em neblina, já que a luz refletida pode piorar a visibilidade;
  • manter os vidros limpos e desembaçados;
  • utilizar luzes específicas de neblina, quando o veículo possuir esse recurso.

A atenção deve ser redobrada também durante a noite, quando o ofuscamento provocado por outros veículos pode comprometer a visão do motorista.

Aquaplanagem exige calma do motorista

Em pistas molhadas, um dos riscos mais perigosos é a aquaplanagem — situação em que os pneus perdem contato com o asfalto por causa do acúmulo de água. Nesses casos, reações impulsivas podem agravar ainda mais a perda de controle.

Fábio Torres Klabacher explica que frear imediatamente é justamente o erro que deve ser evitado.

“O impulso natural é frear — mas é exatamente o que não se deve fazer. O caminho é manter a calma, retirar o pé do acelerador, firmar o volante e aguardar que os pneus retomem o contato com a pista. Em condições adversas, o motorista precisa estar 100% focado na condução.”

Em alguns casos, a melhor decisão é parar

As orientações divulgadas pela Dunlop também reforçam que determinadas situações exigem decisões mais conservadoras por parte do motorista. Em alagamentos, por exemplo, a recomendação é evitar atravessar trechos onde o nível da água ultrapasse metade da roda do veículo.

Já em situações de neblina intensa, quando a visibilidade fica praticamente comprometida, interromper a viagem pode ser a alternativa mais segura. O ideal é procurar um local adequado fora da pista e aguardar melhores condições para seguir viagem.

De acordo com a empresa, todos esses cuidados fazem parte de uma postura preventiva no trânsito. A ideia é reduzir a exposição a riscos e aumentar a capacidade de reação diante de imprevistos.

Assessoria de Imprensa
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