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Carnaval: rodovias inseguras e em mau estado exigem cuidado 

Carnaval: rodovias inseguras e em mau estado exigem cuidado

Cuidados no CarnavalLevantamento mostra que metade das rodovias brasileiras têm problemas

Viajar no feriadão de Carnaval significa atenção ao volante, já que a data costuma reunir maior quantidade de veículos trafegando nas rodovias e deixa os usuários mais expostos aos riscos de acidentes. De acordo com levantamento da Confederação Nacional do Transporte (CNT) quase metade dos 98,5 mil km de rodovias brasileiras apresenta algum tipo de defeito no pavimento. Segundo a análise, 49,9% dos trechos foram classificados como regulares, ruins ou péssimos, 42,4% dos trechos são ótimos e 7,7% foram qualificados como bons.

Irregularidades, buracos, trechos destruídos e ausência de acostamento são os principais fatores que podem levar a acidentes. Além disso, a qualidade do pavimento também interfere no desgaste, consumo de combustível e desempenho do veículo. Apenas 12% das rodovias são pavimentadas, de acordo com dados do boletim estatístico da CNT de abril de 2014 e o custo operacional da frota nacional poderia ser reduzido em cerca de 25%, caso todas as rodovias pavimentadas do Brasil estivessem em ótimo estado de conservação.

Além das condições inadequadas do asfalto, ainda há motoristas que desrespeitam as normas para circulação em segurança. O gerente de produtos da Perkons, especializada em gestão de trânsito, Ricardo Simões, lembra que a alta velocidade é um fator que aumenta a gravidade dos acidentes. “Devido ao aumento de carros nas estradas e à pressa para chegar ao destino, os comportamentos de risco ficam ainda mais evidentes e frequentes”, afirma.

Simões acredita que para resultados efetivos de redução de acidentes são necessárias ações integradas de engenharia, de educação e de fiscalização, através do uso adequado da sinalização e de equipamentos medidores eletrônicos de velocidade. “A falta de manutenção é um dos principais problemas do sistema rodoviário nacional. A isso, soma-se a insuficiência de uma fiscalização eficaz”, completa Simões.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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