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21 de julho de 2024

Emissão de CO2 de carros será informada por Inmetro


Por Mariana Czerwonka Publicado 20/09/2012 às 03h00 Atualizado 09/11/2022 às 00h04
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O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) passará a informar o consumidor, a partir de janeiro, o quanto os veículos à venda nas concessionárias emitem de dióxido de carbono (CO2), disse nesta quinta-feira o coordenador do Programa Brasileiro de Etiquetagem da entidade, Marcos Borges. A informação vai constar na etiqueta afixada no vidro dos automóveis, que hoje já informa o comprador sobre a autonomia de consumo de combustível no tráfego urbano e em estradas e classifica o veículo de A a E de acordo com esse desempenho. A nova etiqueta será apresentada em outubro no Salão do Automóvel, em São Paulo. A etiqueta de eficiência energética hoje é aplicada em 159 modelos de veículos negociados no Brasil. Em 2009, quando foi lançada, eram 54. O selo do Inmetro é bastante conhecido pelo consumidor na medição de gasto de energia por geladeiras e outros eletrodomésticos da linha branca. Segundo Borges, ele é importante para oferecer ao consumidor mais um critério de escolha do produto e para estimular a competitividade entre as empresas. “No caso dos refrigeradores, nossas pesquisas mostram que esses eletrodomésticos ficaram 70% mais eficientes ao longo dos últimos dez anos”, afirmou. A adesão dos fabricantes ao programa de etiquetagem de veículos é voluntária. De acordo com Borges, atualmente 13 montadoras submetem modelos a testes de eficiência para etiquetagem. Das quatro maiores montadoras do País (Fiat, Volkswagen, General Motors e Ford), apenas a GM não aderiu. Borges acredita que em no máximo dois anos será feita uma regulamentação que obrigará todos os modelos vendidos no País a passar pelo processo de etiquetagem, com o estabelecimento de um prazo para as empresas se adaptarem à regra. “O Inmetro e parte do governo entendem que a etiquetagem de veículos deve ser compulsória”, disse ele durante workshop sobre eficiência energética realizado na capital paulista. Borges ainda explicou que os parâmetros de classificação dos veículos de A (mais eficiente) a E (menos eficiente) serão atualizados a cada quatro anos. ) (AE) FONTE: Jornal Cruzeiro do Sul

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