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Legislação rígida e maior conscientização faz número de acidentes com produtos perigosos se estabilizar 

Apesar de ainda ser elevado – média de uma ocorrência por dia no Estado de São Paulo – o número de acidentes terrestres envolvendo cargas e produtos perigosos ficou estável nos últimos cinco anos, segundo o levantamento da CETESB – Companhia Ambiental do Estado de São Paulo. Na média dos últimos cinco anos, o órgão registrou 436 acidentes por ano em ruas e estradas paulistas. Tal estabilização ocorreu apesar do expressivo aumento na frota brasileira de caminhões. Para Marco Antonio Gallão isso é resultado de uma legislação mais rigorosa, mas também de uma maior conscientização das empresas em relação à adoção de normas e procedimentos que impedem ou reduzem os riscos do transporte de produtos perigosos. Gallão foi um dos palestrantes do 11º Seminário Nacional – Manuseio e Transporte de Produtos Perigosos, que começou nesta quarta-feira (22) e prossegue até esta quinta (23) no Conselho Regional de Química IV Região, em São Paulo. Promovido pela Indax Intertox, o evento reúne especialistas públicos e privados da área e atraiu a atenção de 220 pessoas, entre técnicos, engenheiros e empresários ligados às áreas de transporte e logística. Além de Gallão, que é mestre em direito ambiental e auditor do Sassmaq – Sistema de Avaliação em Saúde, Segurança, Meio Ambiente e Qualidade, e tratou dos detalhes da legislação que tipifica os crimes ambientais, falaram no período da manhã, Glória Santiago Benazzi, coordenadora da CB16 da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas e Jorge Carrasco, superintendente da Suatrans-Cotec. Glória tratou do Prodir – Processo de Distribuição Responsável, enfatizando a necessidade de as empresas se preocuparem mais com procedimentos e normas que disciplinem todas as fases do manuseio e transporte de produtos perigosos. Já Carrasco, que falou sobre Análises de Emergências Químicas, relatou, com base em 33 anos de experiência na área, uma série de eventos dos quais participou, inclusive do marcante trabalho durante o terremoto de 2010, que devastou o Chile. Ele também chamou a atenção para a importância do treinamento adequado e contínuo para se enfrentar situações limites de risco. Durante o evento, está sendo lançado o Manual de Autoproteção PP11. Na abertura do evento, Paulo de Tarso Martins Gomes, presidente da ABTLP – Associação Brasileira de Transporte e Logística de Produtos Perigosos, fez uma apresentação das mudanças introduzidas na legislação ambiental, que entraram em vigor em maio deste ano e instituiu a autorização ambiental do IBAMA para transporte interestadual de produtos perigosos por vias terrestre e fluvial. Nesta quinta-feira (23) o seminário prossegue com as seguintes palestras: “Exigências para o transporte rodoviário de produtos perigosos”, a cargo do consultor técnico Mário Sérgio Turiani; “Procedimentos para o transporte aéreo de produtos perigosos”, proferida por Jefferson Marino, coordenador de cargas especiais da TAM Cargo; “Procedimentos para o transporte marítimo de produtos perigosos”, que será ministrada pelo Comandante Edmar Magalhães, responsável pela Divisão de Cargas Perigosas da Diretoria de Portos e Costas da Marinha do Brasil. Está programada ainda uma palestra sobre “Homologação de embalagens”, a cargo de Ariovaldo Francisco Paes, consultor de sistemas de embalagens e transportes; “Legislação municipal e seus aplicativos”, proferida por Antônio Tadeu, coordenador de Planejamento Operacional da CET; “Licença especial para o transporte de produtos perigosos, roteiro para obtenção e esclarecimentos gerais”, a cargo do engenheiro Marcos Nogueira Borborema, do Departamento de Sistemas Viários; e “Fiscalização no transporte de produtos perigosos em rodovias e centros urbanos”, que será proferida pelo Capitão Marcos Rogério da Cunha, do Comanto de Policiamento de Trânsito da cidade de São Paulo. Apesar de ainda ser elevado – média de uma ocorrência por dia no Estado de São Paulo – o número de acidentes terrestres envolvendo cargas e produtos perigosos ficou estável nos últimos cinco anos, segundo o levantamento da CETESB – Companhia Ambiental do Estado de São Paulo. Na média dos últimos cinco anos, o órgão registrou 436 acidentes por ano em ruas e estradas paulistas. Tal estabilização ocorreu apesar do expressivo aumento na frota brasileira de caminhões. Para Marco Antonio Gallão isso é resultado de uma legislação mais rigorosa, mas também de uma maior conscientização das empresas em relação à adoção de normas e procedimentos que impedem ou reduzem os riscos do transporte de produtos perigosos. Gallão foi um dos palestrantes do 11º Seminário Nacional – Manuseio e Transporte de Produtos Perigosos, que começou nesta quarta-feira (22) e prossegue até esta quinta (23) no Conselho Regional de Química IV Região, em São Paulo. Promovido pela Indax Intertox, o evento reúne especialistas públicos e privados da área e atraiu a atenção de 220 pessoas, entre técnicos, engenheiros e empresários ligados às áreas de transporte e logística. Além de Gallão, que é mestre em direito ambiental e auditor do Sassmaq – Sistema de Avaliação em Saúde, Segurança, Meio Ambiente e Qualidade, e tratou dos detalhes da legislação que tipifica os crimes ambientais, falaram no período da manhã, Glória Santiago Benazzi, coordenadora da CB16 da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas e Jorge Carrasco, superintendente da Suatrans-Cotec. Glória tratou do Prodir – Processo de Distribuição Responsável, enfatizando a necessidade de as empresas se preocuparem mais com procedimentos e normas que disciplinem todas as fases do manuseio e transporte de produtos perigosos. Já Carrasco, que falou sobre Análises de Emergências Químicas, relatou, com base em 33 anos de experiência na área, uma série de eventos dos quais participou, inclusive do marcante trabalho durante o terremoto de 2010, que devastou o Chile. Ele também chamou a atenção para a importância do treinamento adequado e contínuo para se enfrentar situações limites de risco. Durante o evento, está sendo lançado o Manual de Autoproteção PP11. Na abertura do evento, Paulo de Tarso Martins Gomes, presidente da ABTLP – Associação Brasileira de Transporte e Logística de Produtos Perigosos, fez uma apresentação das mudanças introduzidas na legislação ambiental, que entraram em vigor em maio deste ano e instituiu a autorização ambiental do IBAMA para transporte interestadual de produtos perigosos por vias terrestre e fluvial. Nesta quinta-feira (23) o seminário prossegue com as seguintes palestras: “Exigências para o transporte rodoviário de produtos perigosos”, a cargo do consultor técnico Mário Sérgio Turiani; “Procedimentos para o transporte aéreo de produtos perigosos”, proferida por Jefferson Marino, coordenador de cargas especiais da TAM Cargo; “Procedimentos para o transporte marítimo de produtos perigosos”, que será ministrada pelo Comandante Edmar Magalhães, responsável pela Divisão de Cargas Perigosas da Diretoria de Portos e Costas da Marinha do Brasil. Está programada ainda uma palestra sobre “Homologação de embalagens”, a cargo de Ariovaldo Francisco Paes, consultor de sistemas de embalagens e transportes; “Legislação municipal e seus aplicativos”, proferida por Antônio Tadeu, coordenador de Planejamento Operacional da CET; “Licença especial para o transporte de produtos perigosos, roteiro para obtenção e esclarecimentos gerais”, a cargo do engenheiro Marcos Nogueira Borborema, do Departamento de Sistemas Viários; e “Fiscalização no transporte de produtos perigosos em rodovias e centros urbanos”, que será proferida pelo Capitão Marcos Rogério da Cunha, do Comanto de Policiamento de Trânsito da cidade de São Paulo. Fonte: Portal Nacional de Seguros

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