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22 de julho de 2024

Mortes no trânsito são problema de saúde pública, afirma deputado


Por Mariana Czerwonka Publicado 20/10/2012 às 03h00 Atualizado 09/11/2022 às 00h01
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As mortes nas estradas devem ser encaradas como uma questão de saúde pública, com investimentos para prevenção e tratamento.

A afirmação é do deputado Hugo Leal (PSC-RJ). Os acidentes matam mais de 44 mil pessoas, por ano, no Brasil. Em visita à ONU, na semana passada, o deputado reforçou o apoio à Década de Ações para Segurança do Trânsito, das Nações Unidas, que vai até 2020.

Traumas

Hugo Leal contou à Rádio ONU que é autor da Lei Seca, uma iniciativa que pretende diminuir o número de acidentes causados pela combinação letal de álcool com direção. “O dado é tão grave. É muito mais que doenças e epidemias. Hoje, morrem muito mais pessoas no trânsito. Tornou-se uma epidemia do que as doenças que já são conhecidas. Abaixo das doenças cardiológicas e respiratórias, vêm os traumas de trânsito. Então, é uma questão que tem que ser olhada do ponto de vista da medicina, do trauma e dos sistema de previdência.”

Dados oficiais sugerem que a maioria das vítimas fatais dos acidentes de trânsito têm entre 15 e 39 anos. Um caso que afeta a população economicamente ativa. Na última semana de setembro, o governo Dilma Rousseff lançou uma iniciativa de combate às mortes no trânsito com uma campanha contra o fim do excesso de velocidade que é encabeçada pelo campeão de Fórmula 1, Emerson Fittipaldi.

 

Com informações da Rádio ONU

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