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Vendas de carros importados disparam antes da queda do IPI 

As vendas de veículos importados no Brasil atingiram 22.569 unidades em setembro, uma alta de 10,5% em relação a agosto, de acordo com informações divulgadas pela Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva). Na comparação com setembro do ano passado, houve aumento de 90,8%. Na avaliação da entidade, a alta foi motivada por uma corrida dos consumidores às concessionárias para comprarem os veículos importados antes do repasse de preços por conta do aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 30 pontos percentuais, válido para os veículos que não tenham 65% de índice de nacionalização. O aumento do IPI, que acertou em cheio os importados, está em vigor desde o dia 16 de setembro. “Nossa expectativa para setembro era de ficar entre 16 mil e 18 mil unidades emplacadas, mas com o anúncio do Decreto 7.567 houve uma corrida às concessionárias, já que o estoque da rede de revenda estava garantido, com preços sem repasse do IPI”, afirmou, em nota, José Luiz Gandini, presidente da Abeiva. Por conta do cenário, é possível dizer, ainda segundo o executivo, que os próximos 15 meses serão difíceis para as importadoras, com as novas regras a serem adotadas pelo segmento. “As afiliadas vão permanecer ativas no mercado brasileiro”, ponderou. A Abeiva representa hoje 27 marcas, que possuem 800 concessionárias em território nacional e uma fatia de 5,9% do total do mercado no Brasil. Aumento de vendas Uma das empresas do segmento, a Kia Motors do Brasil anunciou um reajuste médio de 8,41% de seus veículos, por conta do aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos com menos de 65% de nacionalização, o que na prática afetou os carros importados. De acordo com o presidente da Kia no Brasil, José Luiz Gandini, esses preços serão válidos até o fim do mês e a companhia ainda promoverá novos aumentos nos meses de novembro e dezembro. Desde o dia 16 de setembro está em vigor um aumento de 30 pontos percentuais do IPI de automóveis e caminhões para montadoras que não cumprirem determinados requisitos, como utilizar no mínimo 65% de conteúdo nacional ou regional (Mercosul). Fonte: DCI

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