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Conheça alguns recursos que evitam danos à pintura 

Carros “mascarados” estão em alta. A venda de capas de proteção para veículos dobrou em dois anos, segundo fabricantes. A opção mais procurada é a proteção de couro sintético instalada sobre o para-choque e a grade dianteira. Dividida em duas partes, essa capa permite abrir o capô sem que seja necessário removê-la. O principal objetivo é proteger o veículo na estrada. “Insetos grudam na carroceria e deixam manchas que não saem facilmente. Pequenas pedras também danificam a pintura. É como se o carro tivesse recebido um jato de areia”, explica José Ivan Ferreira da Silva, sócio da Lelis Auto Capas. As capas frontais custam entre R$ 150 e R$ 300 e, segundo o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), não configuram descaracterização do veículo. A utilização é livre, desde que o acessório não cubra a placa ou interfira nos faróis. Carros estacionados também podem ter a pintura danificada ou a carroceria amassada. A instalação de peças emborrachadas nos para-choques minimiza os estragos causados por batidas leves de outros veículos fazendo manobras de estacionamento. Custam de R$ 50 a R$ 150, de acordo com o tamanho e a rigidez. O engate traseiro não deve ser usado como uma alternativa. De acordo com o resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), o equipamento deve ser instalado apenas em veículos com capacidade de tração, atestada pelo manual do proprietário. “O engate pode proteger seu veículo de ‘encostadinhas’ em estacionamentos. Porém, num impacto mais forte, o carro ficará mais danificado do que se estivesse sem a peça”, afirma Alessandro Rubio, analista técnico do Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária). Se o engate não for original de fábrica, a peça escolhida deverá atender às dimensões exigidas pelo Contran, que variam com o modelo do carro. O engate também deve ter o selo do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia). Na cidade, o mais indicado para proteger a dianteira são apliques plásticos ou de borracha, como os que os modelos de visual aventureiro trazem de série. A proteção popularmente conhecida como quebra-mato não deve ser usada em trechos urbanos, pois pode agravar os ferimentos dos pedestres em caso de acidente. O acessório tem limites de tamanho e peso estabelecidos pela legislação e também pede certificação do Inmetro. Fonte: Folha.com

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