30 de janeiro de 2026

Crise nas autoescolas: relatório aponta colapso financeiro nos CFCs e pede intervenção urgente

Levantamento mostra que os CFCs vivem uma crise sem precedentes, com queda de até 70% nas matrículas e risco de fechamento em massa das autoescolas no Brasil.


Por Mariana Czerwonka Publicado 03/11/2025 às 13h30
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crise nas autoescolas
Os CFCs são parte essencial da estrutura de segurança no trânsito brasileiro. Foto: Detran-MT

Os Centros de Formação de Condutores (CFCs) enfrentam uma das piores crises de sua história. Um relatório divulgado pela Associação Brasileira das Autoescolas (ABRAUTO) revelou um colapso financeiro generalizado no setor, diretamente ligado à queda brusca na procura por matrículas ocorrida nos últimos 60 dias.

O estudo aponta que a crise teve início após declarações do Ministro dos Transportes, Renan Filho, sobre possíveis mudanças no processo de habilitação, incluindo a eventual descontinuação das autoescolas. As falas, amplamente repercutidas na imprensa, geraram incerteza entre os futuros condutores e desencadearam um efeito dominó: queda de faturamento, pedidos de devolução de valores, demissões em massa e um nível alarmante de inadimplência.

Conforme a ABRAUTO, o cenário exige intervenção econômica e suporte institucional urgentes para evitar o fechamento definitivo de unidades em todo o país.

Uma crise que começou com a queda nas matrículas

A análise da entidade mostra que o ponto de partida foi a redução drástica na procura por alunos.
Os dados das enquetes realizadas pela ABRAUTO com CFCs de todas as Unidades da Federação mostram que:

  • 45,3% das autoescolas registraram uma queda superior a 70% na demanda;
  • 37% observaram uma redução entre 51% e 70%;
  • 17,7% relataram baixas de até 50%.

A consequência foi imediata: colapso nas receitas e dificuldade para manter as operações. “A paralisação da procura por novas matrículas derrubou o principal pilar financeiro do setor”, resume o relatório.

Faturamento despenca e devoluções agravam o caixa

Com menos alunos, as autoescolas viram seus faturamentos despencarem. A pesquisa mostra que:

  • 27,7% dos CFCs registraram queda superior a 80% nas receitas;
  • 43,6% sofreram perdas entre 41% e 60%;
  • apenas 2,6% conseguiram manter a queda abaixo de 20%.

Além da redução nas entradas, 84,7% das empresas relataram pedidos de devolução de até 20% das matrículas, o que ampliou a pressão sobre o caixa. Em alguns casos, os reembolsos ultrapassaram 60% do total, tornando inviável a manutenção das contas básicas.

A ABRAUTO alerta que esses pedidos de devolução geraram uma “saída de recursos sem precedentes em um momento em que a entrada de novos valores praticamente cessou”.

Demissões e inadimplência em alta

Para tentar sobreviver à crise, a maioria das autoescolas adotou demissões em massa. Segundo o levantamento:

  • 86,2% das empresas dispensaram entre 1 e 3 funcionários;
  • 10,6% demitiram de 4 a 7 empregados;
  • 3,2% precisaram desligar mais de 8 pessoas, um número expressivo para estruturas de pequeno e médio porte.

Mesmo com a redução de custos, o problema persistiu. Mais de 63% dos CFCs admitem inadimplência em até 50% de suas despesas, enquanto 12,7% enfrentam situação extrema, com mais de 70% dos compromissos financeiros pendentes.

A ABRAUTO classifica esse quadro como “alarmante e insustentável”, destacando que o setor pode sofrer uma onda de encerramentos definitivos caso não haja medidas de apoio rápido.

Um ciclo vicioso de prejuízos

O relatório descreve a crise como sistêmica, formada por um ciclo de cinco etapas que se retroalimentam:

  1. A queda na procura de alunos reduz as receitas;
  2. O colapso do faturamento impede o pagamento de despesas;
  3. Os pedidos de devolução ampliam as saídas de caixa;
  4. As demissões enfraquecem a capacidade operacional;
  5. A inadimplência generalizada paralisa o setor e impede qualquer retomada.

A entidade conclui que, sem uma intervenção imediata, o ciclo tende a se agravar, levando a perdas irreversíveis na rede de formação de condutores e à desestruturação da política de educação para o trânsito no país.

ABRAUTO pede apoio institucional e medidas emergenciais

Na conclusão do relatório, a ABRAUTO faz um apelo ao poder público para que adote medidas concretas de apoio financeiro e institucional ao setor. A entidade defende que o governo federal, os Detrans e os órgãos estaduais de trânsito atuem em conjunto para restaurar a confiança dos cidadãos e garantir a continuidade das atividades das autoescolas.

“O setor viveu uma crise sistêmica nos últimos 60 dias, deflagrada por uma queda expressiva na demanda de alunos. Sem uma reação rápida, a formação de condutores — que é base da segurança viária — corre risco de colapso”, alerta a ABRAUTO.

O relatório reforça ainda que os CFCs são parte essencial da estrutura de segurança no trânsito brasileiro, sendo responsáveis não apenas por ensinar técnicas de direção, mas por formar condutores conscientes e preparados para conviver nas vias públicas.

Impacto social e futuro incerto

Se confirmadas as projeções da ABRAUTO, a crise pode gerar impactos sociais e econômicos amplos, como aumento do desemprego, fechamento de pequenas empresas e prejuízos à segurança viária.

A entidade encerra o documento destacando que a sustentabilidade dos CFCs depende de políticas públicas que valorizem a formação de condutores. Ou seja, com foco na qualidade, na educação e na prevenção de acidentes.

Enquanto o setor espera uma resposta do governo, milhares de empreendedores, instrutores e alunos vivem a incerteza de um futuro que, sem apoio, pode representar o maior retrocesso da história recente na formação de condutores no Brasil.

Mariana Czerwonka

Meu nome é Mariana, sou formada em jornalismo pela Universidade Tuiuti do Paraná e especialista em Comunicação Empresarial, pela PUC/PR. Desde que comecei a trabalhar, me envolvi com o trânsito, mais especificamente com Educação de Trânsito. Não tem prazer maior no mundo do que trabalhar por um propósito. Posso dizer com orgulho que tenho um grande objetivo: ajudar a salvar vidas! Esse é o meu trabalho. Hoje me sinto um pouco especialista em trânsito, pois já são 11 anos acompanhando diariamente as notícias, as leis, resoluções, e as polêmicas sobre o tema. Sou responsável pelo Portal do Trânsito, um ambiente verdadeiramente integrador de informações, atividades, produtos e serviços na área de trânsito.

20 comentários

  • Isabella
    03/11/2025 às 17:18

    Estamos vivendo uma crise gigantesca, nem na pandemia passamos por isso, não temos mais matrículas, já tem relado de cfc que fechou, outras que estão no mesmo caminho, contas atrasadas, funcionários dispensados! Se não houver uma solução, vai ser uma catástrofe financeira!

  • Lucimar Cardoso Nogueira
    03/11/2025 às 17:25

    Este estudo reflete a realidade do que vivenciam os empresários e educadores do trânsito no Brasil, mais de 28 anos de dedicação e colaboração para melhoria na educação de trânsito sendo totalmente desvalorizadas, merecemos respeito e reconhecimento

    • Carlos V
      04/11/2025 às 10:31

      Parasitas malditos. Obrigando a população a pagar 2 salários mínimos por um serviço burocrático, inútil e nojento, que ninguém tem interesse em adquirir mas é obrigado por obrigações legais que só existem graças ao lobby de meia dúzia de vermes, que ganham as custas dos honestos. Dirigir é um direito.

      • Ricardo Muller
        05/11/2025 às 07:44

        Você não sabe o que está falando, as pessoas gastam maiores valores por incapacidade de dirigir correto e com segurança, por incapacidade cognitiva de desenvolver a habilidade e compreensão da legislação de trânsito, as autoescolas não são culpadas, exercem a sua função e seguem as normas estabelecidas.

  • Priscila
    03/11/2025 às 18:43

    Precisamos acionar a justiça alguém precisa ser responsabilizado pois causador de tudo isso tem um nome ministro do transporte Renan , ele tem pagar pelo que fez

  • Robson dos Santos Rosa
    03/11/2025 às 18:47

    A crise no setor de autoescolas do Estado do Rio de Janeiro teve início em 2020, com a chegada da pandemia da COVID-19. Assim como ocorreu em diversos segmentos econômicos, as autoescolas foram profundamente afetadas pelas restrições impostas, especialmente durante o período em que as atividades presenciais foram suspensas por completo.

    Durante aproximadamente quatro meses, as empresas permaneceram de portas fechadas, impossibilitadas de gerar receita, mas ainda obrigadas a arcar com despesas fixas — como aluguel, condomínio, salários de funcionários, contas de energia, água, honorários contábeis e demais custos operacionais. O acúmulo dessas obrigações gerou um endividamento generalizado no setor.

    Com o retorno gradual das atividades, o funcionamento das autoescolas foi autorizado sob rigorosas restrições sanitárias, incluindo limitação de alunos por sala e redução significativa da capacidade operacional. Esse cenário dificultou a retomada financeira, já que a demanda também se manteve baixa em razão do receio da população em frequentar ambientes fechados. A recuperação foi lenta e levou quase um ano para que muitas empresas conseguissem apenas restabelecer o equilíbrio de caixa.

    Entretanto, quando o setor começava a se estabilizar, o Departamento de Trânsito do Estado do Rio de Janeiro (Detran-RJ) autorizou a abertura indiscriminada de novos Centros de Formação de Condutores (CFCs), sem qualquer estudo de viabilidade de mercado, sem considerar a densidade populacional ou a capacidade de absorção de novas empresas.

    Essa medida provocou uma saturação do mercado. As novas autoescolas, em busca de conquistar espaço, passaram a praticar preços muito abaixo do custo operacional — valores inviáveis, que comprometeram a sustentabilidade de todo o segmento. Em bairros como Realengo, por exemplo, onde antes existiam cerca de 10 autoescolas para uma população de aproximadamente 40 mil habitantes, atualmente há 24 instituições disputando o mesmo público. Essa pulverização excessiva inviabilizou o equilíbrio econômico das empresas do setor.

    Por fim, em 2025, a situação se agravou com campanhas governamentais que difundiram a ideia do “fim das autoescolas”, gerando desinformação e insegurança entre os consumidores. O resultado foi uma queda estimada em mais de 70% no número de novas matrículas, o que colocou grande parte das autoescolas em estado crítico, com sérias dificuldades de manutenção de suas atividades e postos de trabalho.

    Atualmente, o setor enfrenta uma crise sem precedentes — fruto de uma combinação de fatores: os impactos da pandemia, a falta de regulação na abertura de novos CFCs e as recentes políticas de comunicação governamentais que fragilizaram ainda mais a confiança da população. Essa conjuntura ameaça diretamente a sobrevivência das empresas, o emprego de centenas de profissionais e a continuidade de um serviço essencial à formação responsável e segura de novos condutores.

  • Anderson
    03/11/2025 às 21:53

    A proposta de tornar as autoescolas não obrigatórias no processo de obtenção da Carteira Nacional de Habilitação é um retrocesso perigoso e irresponsável. Dirigir um veículo não é apenas uma questão de prática, mas de formação, consciência e preparo psicológico. As autoescolas desempenham um papel essencial nesse processo, garantindo que os futuros condutores recebam instruções adequadas sobre leis de trânsito, direção defensiva e comportamento seguro nas vias.

    Permitir que qualquer pessoa aprenda a dirigir sem acompanhamento profissional é abrir as portas para o aumento dos acidentes, das mortes e da imprudência no trânsito. Não se trata de elitizar o acesso à habilitação, mas de preservar vidas. O trânsito brasileiro já é um dos mais violentos do mundo, e retirar a obrigatoriedade das autoescolas é caminhar na contramão da segurança.

    Além disso, o aprendizado informal tende a ser incompleto e cheio de vícios. Sem um instrutor qualificado, o aluno dificilmente compreenderá a complexidade das normas, a importância da sinalização, os limites de velocidade e o respeito ao pedestre e ao ciclista. O resultado será um número maior de motoristas despreparados, inseguros e, consequentemente, mais acidentes.

    A autoescola não é apenas um requisito burocrático: é uma instituição de educação e responsabilidade social. Retirar sua obrigatoriedade é ignorar o papel da educação no trânsito e colocar em risco a vida de milhões de brasileiros. Portanto, ser contra essa minuta não é defender interesses econômicos, mas lutar pela preservação da vida, pela segurança nas ruas e pelo respeito às normas que garantem a convivência de todos.

  • Marcelo de Andrade silva
    04/11/2025 às 05:46

    É triste de mais de ver pai de família viver esse drama logo no final de ano,esse ministro quer por uma cultura que não condiz com a nossa realidade,teria que mudar primeiro com os ensinos ,fiscalizar de verdade ,mudar altas taxas governamentais,
    I

  • Paulo
    04/11/2025 às 07:27

    É um grande retrocesso na educação no trânsito além de projetar um elevado indece de acidente sem educação no trânsito.
    Esse ministro ele quer é aparecer no cenário político para as eleições do ano que vem. Essa é a maneira exelente de aparecer e estar nas mídias sociais. Não está nem aí com a segurança e vidas a serem ser ceifadas.

    • JONATAN Ramos
      04/11/2025 às 23:36

      Há mais de 10 anos, o preço para obter a CNH continua subindo constantemente, e nem o governo nem as instituições de CFCs têm se pronunciado sobre isso. Dirigir é um direito que todos possuem. No entanto, pagar de 2 a 5 mil reais apenas pelas aulas nas autoescolas é algo inviável. A burocratização desse processo tem gerado insatisfação e levado muitas pessoas a desistirem de tirar a habilitação. Acredito também que criar outros meios para a obtenção da CNH seria o ideal, e não restringir o processo apenas às autoescolas. Essa ideia é reforçada por uma pesquisa do Detran, que aponta que mais de 45% dos condutores dirigem veículos sem possuir a CNH. Essa mudança não significaria o fim das CFCs, mas sim uma reformulação no processo de escolha para exercer um direito.

  • Simone
    04/11/2025 às 08:41

    Como todo esses governo, temos um “Ministro” irresponsável que não tem projeto de Educação Para o Trânsito e fica disseminando palavras irresponsáveis que impactam na vida de famílias inteiras, não só de trabalhadores da área mas também daqueles que participam do trânsito.
    Se agora já está caótico, imagina com pessoas que não tem a mínima ideia de direção defensiva e leis de trânsito?
    Brasil desgovernado.

  • wanderson lima
    04/11/2025 às 13:11

    Que cara infeliz este ministro, onde busca votos, ceifando vidas e famílias inteiras, tomara que ele não sinta na pele o que estará fazendo com a vida de milhões de brasileiros, um de seus netos, filhos ou amigo ser morto por uma pessoa despreparada no trânsito que ele está reinventando no Brasil, porque não invista na proposta da CNH SOCIAL? porque é outra inverdade inventada por estes covardes que não podem ver chegar eleições que começam a jogas bosta no ventilador! quando o brasileiro já será tarde NOVAMENTE e INFELIZMENTE

  • Guilherme
    04/11/2025 às 15:36

    Que bom que isso acabou, finalmente. Não quero pagar quase 3 salários mínimos para começar a dirigir sendo que essa pode ser uma ótima forma de um recém-formado da escola pode arranjar seu primeiro emprego. Todos que são contra essa proposta são egoístas e não entendem a realidade daqueles que estão acabando de começar sua jornada de emprego

    • Carlo
      13/11/2025 às 11:44

      Desculpa aí, sou do ramo, mas a formação técnica vai continuar, os cursos e os exames não mudam, e essa ideia de que não terão uma formação adequada não se sustenta, pois os futuros instrutores farão os mesmos cursos dos atuais instrutotes. A realidade é que o modelo atual de autoescola já se esgotou, é burocrático, caro e ineficiente, vide a quantidade de multas e acidentes provocados pelos ex alunos desses CFCs que tem por aí. E tem mais, dono de autoescola adora quando há reprovas e os alunos, além de pagar uma remarcação, que chega a custar R$ 350,00 frente a uma taxa bem baixa, precisam fazer muito mais aulas. Chegou a hora das autoescolas se reinventarem, os tempos dourados estão chegando ao fim. Mais de 300 mil demissões ou mais de 300 mil instrutores autônomos com possibilidade de ganhos maiores do que em qualquer CFC?

  • Douglas Diniz
    04/11/2025 às 16:43

    Precisamos urgente de uma explicação e uma atenção do governo federal, oque este irresponsável deste ministro fez com dezenas de empresas e famílias não pode passar impuni,
    A cada dia que passa está praticamente impossível abrir as portas, será um colapso final deste mês , salário, 13 de vários trabalhadores que não irão receber ..
    Aonde vamos recorrer?
    Oque será do nosso trânsito sem profissionais devidamente capacitados ..

  • Diego Santos
    04/11/2025 às 21:58

    Pobre só vai pra frente quando tropeça!

  • Misaelsakamoto
    05/11/2025 às 06:41

    Se esse ministro irresponsável quer copiar procedimentos de outros países, porque não comece pelo combate a corrupção, a do Japão por ex., cópia também a engenharia japonesa em construções, pois tem a reconstrução da uma ponte no estreito MA que caiu por negligência de sua pasta, e que se arrasta por anos, atrapalhando o ir e vir dos motoristas e o progresso da região norte, melhore as estradas, itens de sua pasta,a saude, na insegurança pública que é obrigação do estado, o povo já não pode sair de casa senão é assaltado na rua e até morto. Tome vergonha na cara ministro e lula, vocês tão pensando que engana quem?
    A consulta pública que vcs fizeram comprovaram que o brasileiro não está bobinho não, somente alguns gatos pingados e desinformados que concordam e acham que vão levar vantagens.
    Acorda Brasil, estamos vivendo um desgoverno de mentiras onde 54 milhões que recebem o bolsa família não está nas estatísticas de desemprego, “alias, autoridades de fachadas isso não é compra de votos não? Disfarçada de ajuda social? “. Onde temos 25 milhões de aposentados e pensionista que contribuirão suas vidas inteiras, agora recebendo benefícios miseráveis que não dá nem pra comprar seus remédios, onde teve uma reforma da previdência que os novos requerentes a aposentadoria morrerão sem receber sua aposentadoria ou seja vão trabalhar e não terão direito a ela. Onde trabalhador tem que trabalhar 6 meses dos 12 só pra pagar imposto pra sustentar esse governo, esse congresso e esse senado desnecessário que só pensam em benefício próprio. ” A ministro, segue o exemplo de outros países também USA, Inglaterra, Alemanha, a o Japão que; quando um político pensa em levar vantagens sobre os outros,ele desiste pede demissão e até chega ao extremo de suicídio por vergonha do povo e sua família. MINISTRO! Siga esse exemplo se suicida pois você é uma vergonha pro país. Olha, diante de tantos ladroes de gravatas , e se democracia e isso que estamos vivendo nesse país.
    Acho que tô com saudades do Regime militar .

    • Carlo
      13/11/2025 às 11:51

      Sou do ramo, mas a verdade é que só dono de CFCs não concordam. Essa proposta é utilizada por inúmeros países há anos e nem por isso o trânsito por lá é perigoso. Desculpa, mas o modelo atual do Brasil, burocrático, caro e demorado, não tem mais como sobreviver em.tempos digitais.

  • MAURA COSTA E SILVA
    08/11/2025 às 08:28

    Bom, porque as auto escolas ,não diminuem o valor cobrado, gerou ,tudo isso por causa do valor abusivo que elas cobram, tem que conversar pra ver se ocorre um acordo, diminuir o preço eu acho que seria bem melhor.

  • Carlo
    13/11/2025 às 11:46

    Desculpa aí, sou do ramo, mas a formação técnica vai continuar, os cursos e os exames não mudam, e essa ideia de que não terão uma formação adequada não se sustenta, pois os futuros instrutores farão os mesmos cursos dos atuais instrutotes. A realidade é que o modelo atual de autoescola já se esgotou, é burocrático, caro e ineficiente, vide a quantidade de multas e acidentes provocados pelos ex alunos desses CFCs que tem por aí. E tem mais, dono de autoescola adora quando há reprovas e os alunos, além de pagar uma remarcação, que chega a custar R$ 350,00 frente a uma taxa bem baixa, precisam fazer muito mais aulas. Chegou a hora das autoescolas se reinventarem, os tempos dourados estão chegando ao fim. Mais de 300 mil demissões ou mais de 300 mil instrutores autônomos com possibilidade de ganhos maiores do que em qualquer CFC?

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