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Governo discute importância do uso do cinto de segurança e da cadeirinha 

Seminário contribuirá para a definição de normas e ações educativas

O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) realizará o III Seminário Denatran de Educação e Segurança no Trânsito. Com o tema “Cinto de Segurança e Cadeirinha”, o evento tem o objetivo de promover o debate entre especialistas das áreas da saúde, segurança veicular e comportamento social. Além de proporcionar o debate sobre estratégias de marketing e educação de trânsito para o uso dos equipamentos, o Seminário contribuirá para a elaboração de normas específicas sobre o transporte de criança.

O Seminário Denatran será realizado nos dias 23 e 24 de novembro, em Brasília, e terá a participação da Organização Mundial da Saúde (OMS), Ministério da Saúde, Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação, Inmetro, Unicamp, ONG Criança Segura e especialistas como Roberto da Matta, Terezinha Azeredo Rios e Fernando Rey. Também participarão do debate o diretor de Estudos e Pesquisas da “Prévention Routière” (Associação da Prevenção Viária da França), Christophe Ramond, e a diretora de Marketing do Ministério dos Transportes da Inglaterra e Coordenadora do programa de campanha “Think”, Fiona Seymor.

As inscrições para participar do Seminário podem ser realizadas gratuitamente até 18 de novembro no site www.denatran.gov.br. Acesse a programação.

Cinto de segurança e cadeirinha

A ONG Criança Segura divulgou recentemente um estudo sobre as mortes de criança no Brasil. Segundo os dados, 5.324 crianças morreram em 2007 vítimas de acidentes. Os acidentes de trânsito resultaram em 2.134 mortes, sendo que 44% corresponderam aos atropelamentos, 28% aos acidentes com a criança na condição de passageira do veículo, 6% na condição de ciclista e os 22% restantes corresponderam a outros tipos de acidentes de trânsito. Em relação ao uso do cinto de segurança a pesquisa “A balada, o carona e a Lei Seca” realizada pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) entre outubro e novembro de 2009, com jovens de 15 a 17 anos, revelou que mesmo conhecendo e concordando com a obrigatoriedade do uso do cinto de segurança a maioria age diferente. Dos jovens pesquisados cerca de 2/3 (65,5%) é carona de um veículo conduzido por seus amigos ou pais. Apenas dois em cada dez jovens (21,6%) afirmaram utilizar sempre o cinto de segurança na condição de passageiros no banco traseiro.

No Brasil, em 2008, de acordo com pesquisa da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), 88% dos ocupantes dos bancos dianteiros de veículos automotores utilizam o cinto de segurança. Apesar disso,o mesmo estudo realizado pela SBOT indica que apenas 11% dos passageiros utilizam o cinto no banco traseiro. O risco de morte de um condutor utilizando o cinto de segurança, como resultado de um passageiro do banco traseiro sem cinto, é cinco vezes maior do que seria se esse passageiro estivesse retido pelo cinto.

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