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GPS ajuda a evitar multas por excesso de velocidade 

A quantidade de radares de velocidade e lombadas eletrônicas tem crescido no Brasil, e muitos não são sinalizados com antecedência, como recomenda o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Para alertar os motoristas, os aparelhos de GPS passaram a contar com dispositivos que indicam a localização exata dos radares. Nem todos os navegadores saem de fábrica com esse sistema, mas há sites que oferecem de graça tais aplicativos. “Criei um serviço que divulga a localização dos radares e também permite gravar as informações diretamente em alguns navegadores”, diz Israel Rodriguez, criador do Mapa Radar.

O sistema pode ser baixado nos aparelhos que utilizam mapas da TeleAtlas, da Navteq ou da iGo. Hoje, o site tem cerca de 2.100 colaboradores e 11,5 mil radares identificados no país. Há outros prestadores de serviços similares, como a Trapster e a Hunteradar. “Prestamos um serviço educativo, tal como deveriam fazer as placas de sinalização”, sentencia Rodriguez. Para smartphones que incorporam a função de navegação, como o Apple iPhone e o Samsung Galaxy, as atualizações podem ser feitas via aplicativos como o Navigon, que custa cerca de R$ 135.

Capetinhas

Mas existem equipamentos proibidos por lei. São os que têm transmissores que interferem nas ondas de rádio ou nos feixes de luz emitidos pelos radares eletrônicos, afetando a leitura da velocidade do carro. Conhecidos como “capetinhas”, são facilmente encontrados na internet e vendidos também clandestinamente em algumas lojas de acessórios automotivos. Seu uso é considerado infração gravíssima no código de trânsito. Se for flagrado no veículo pela polícia, o aparelho será retido, o motorista perderá sete pontos na carteira de habilitação e receberá multa de R$ 191,54. “Enquanto o sistema usado nos GPS baseia-se em um cadastramento de radares fixos, os detectores interferem na frequência emitida pelos dispositivos móveis e os iludem”, diz Paulo Xovolosk, técnico da loja Planeta GPS. Esses dispositivos são proibidos também em países da Europa, no Canadá, no Japão e em alguns Estados norte-americanos.

Leia a reportagem completa na Folha.com

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