13 de janeiro de 2026

‘Up’ na pedalada: acessórios de bike fazem toda a diferença


Por Mariana Czerwonka Publicado 12/02/2013 às 02h00 Atualizado 08/11/2022 às 23h48
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Itens obrigatórios segundo o Código de Trânsito Brasileiro, as lanternas dianteiras e traseitas são encontradas por até R$ 2 no mercado

Ao que parece, a cultura ciclista chegou em Manaus para ficar. E para quem já tem sua bicicleta, mas quer saber que tipo de acessórios se pode colocar para dar um up grade na pedalada, aqui vão algumas dicas de por onde começar.

Itens obrigatórios segundo o Código de Trânsito Brasileiro, as lanternas dianteiras e traseitas são encontradas por até R$ 2 no mercado. O problema é que esse tipo mais barato de iluminação só “aparece” quando um carro projeta a luz sobre a bike. A dica, nesse caso, é comprar lanternas de led, que ficam permanentemente acesas, e saem ao custo mínimo de R$ 15. Mas há ainda pequenos faróis, apartir de R$ 90, que servem para iluminar o caminho à frente da bike.

Como obrigatórios também estão a buzina e retrovisor esquerdo, em média a R$ 5 reais. O capacete não é tido como obrigatório, no entanto é indispensável, diz um dos coordenadores dos grupos Pedala Manaus e Guaribike, Rivelino de Freitas.

“A gente pede que todos os nossos membros usem”, diz ele, que também tem a bike “completinha”: luvas (em média, a partir de R$ 25), óculos de proteção (desde R$ 30), bomba de ar (R$ 15 iniciais), câmara extra (R$ 10 reais), kit de ferramentas básicas (R$ 25) e até um ciclo-computador (de R$ 25 a R$ 490 reais) fazem parte de sua “humilde” lista de acessórios. Este último pode ter até 25 funções, dentre as quais a marcação da distância percorrida, velocidades mínima, máxima e média, número de pedaladas, etc.

Para as meninas

A funcionária pública Lanny Uchoa, ciclista de carteirinha, diz que também há espaço para muita coisa em sua bike. “Na minha (bike) urbaninha tenho buzina, luzes frontais e traseiras, cestinha, mochila de frente (a partir de R$ 40) , cadeado (rosa!) e na minha mochila levo sempre: som, câmera de ar, bolsa de ferramentas, protetor solar e apito. Isso porque, diz ela, “mulher ciclista é muito crítica e consciente”, e sempre está atenta à segurança do passeio. “Sem deixar o charme de lado”, é claro. “A gente acaba se divertindo com combinações de acessórios, brilhos e cores”, acrescenta.

Fonte: A Crítica

Mariana Czerwonka

Meu nome é Mariana, sou formada em jornalismo pela Universidade Tuiuti do Paraná e especialista em Comunicação Empresarial, pela PUC/PR. Desde que comecei a trabalhar, me envolvi com o trânsito, mais especificamente com Educação de Trânsito. Não tem prazer maior no mundo do que trabalhar por um propósito. Posso dizer com orgulho que tenho um grande objetivo: ajudar a salvar vidas! Esse é o meu trabalho. Hoje me sinto um pouco especialista em trânsito, pois já são 11 anos acompanhando diariamente as notícias, as leis, resoluções, e as polêmicas sobre o tema. Sou responsável pelo Portal do Trânsito, um ambiente verdadeiramente integrador de informações, atividades, produtos e serviços na área de trânsito.

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