Nós usamos cookies para melhorar a sua experiência em nossos sites, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao acessar o Portal do Trânsito, você concorda com o uso dessa tecnologia. Saiba mais em nossa Política de Privacidade.

21 de julho de 2024

Dicas de como não pagar a mais na hora de usar táxi


Por Mariana Czerwonka Publicado 24/08/2013 às 03h00 Atualizado 08/11/2022 às 23h31
Ouvir: 00:00

É muito comum os taxistas desligarem o taxímetro e cobrar um valor fixo para a corrida. Mas este procedimento gera dúvidas nos consumidores, que não sabem se a cobrança é abusiva, ou se com o taxímetro sairia mais caro. Confira as dicas que o Idec (Instituto Brasileiro do Consumidor) preparou para o uso dos táxis.

Está na lei

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, a presença do taxímetro é obrigatória nos municípios com mais de cem mil habitantes, e a sua cobrança é composta pela soma do valor fixo inicial, o valor correspondente à quilometragem percorrida e ao tempo parado no trânsito. Sendo que cada cidade poderá determinar os horários que serão aplicados a Bandeira 1 e a Bandeira 2.

Valor fixo

O passageiro tem direito de não aceitar a oferta do taxista de pagar um valor fixo pela corrida. Além de, caso perceba que a corrida está saindo mais cara do que o calculado, denunciar o motorista à companhia de táxi, à algum órgão de defesa do consumidor, ou à secretaria de transporte da cidade.

Valores

Fique atento aos preços e às cobranças de taxas adicionais que variam conforme a localidade, como taxa de utilização do porta-malas, chamadas através do rádio-táxi ou viagens intermunicipais. A taxa de uso do porta-malas não pode ser cobrada de idosos ou deficientes que utilizam aparelhos especiais.

FONTE: InfoMoney

Receba as mais lidas da semana por e-mail

Comentar

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *