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22 de fevereiro de 2024

Estudo diz que ampliação da área de rodízio melhoraria trânsito em SP


Por Mariana Czerwonka Publicado 24/05/2013 às 03h00 Atualizado 08/11/2022 às 23h39
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Um estudo realizado pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de São Paulo concluiu que a ampliação do rodízio de veículos para outras vias da capital ajudaria a melhorar as condições de trânsito na cidade. A pesquisa observou vários cenários, utilizando um programa que simula os fluxos viários de toda a região metropolitana de São Paulo. A opção mais vantajosa para a população, segundo a pesquisa, seria continuar com o modelo praticado hoje – que proíbe veículos com dois finais de placas de circularem nos horários de pico (das 7h às 10h e das 17h às 20h) -, mas ampliar o número de vias onde a circulação fica proibida.

Atualmente, o rodízio vale para o chamado Minianel Viário, conhecido como Centro Expandido, que compreende cerca de 150 quilômetros quadrados. A essa área, se somariam mais 240 quilômetros lineares das chamadas Vias Arteriais I – aquelas que fazem as ligações entre os bairros: elas têm interseção em nível, pista dupla e duas ou mais faixas de tráfego por sentido.

Se esse modelo fosse adotado, o estudo mostrou que, no horário de pico da manhã, a velocidade média nas vias contempladas pelo rodízio aumentaria 15%, passando de 17,3 km/h para 20 km/h. As lentidões nessas vias diminuiriam 20%, segundo o estudo.

Apenas nos corredores fora do Minianel Viário, o ganho de velocidade média seria de 21% (passaria de 13,5 km/h para 16,4 km/h). Os congestionamentos cairiam aproximadamente 11%.

“O estudo da CET derruba o mito sustentado pelo senso comum de que ‘aumentar o número de dias proibidos à circulação é a melhor saída para diminuir o sufoco no trânsito'”, disse a companhia em comunicado. Se em vez de dois houvesse quatro finais de placa proibidos por dia, a população seria prejudicada. “Embora as lentidões possam ser menores com quatro finais de placas proibidos de circular por dia, este tipo de rodízio tem um grau de desconforto (prejuízo) muito maior para os usuários, na medida em que mais pessoas deixam de realizar viagens”, disse a CET.

Fonte: Terra Notícias

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