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20 de julho de 2024

Uso da bicicleta ganha cada vez mais espaço nas ruas brasileiras

De uns tempos para cá, o uso da bicicleta deixou de ser apenas uma forma de lazer, mas um meio de transporte essencial.


Por Thabita Yuri Publicado 02/07/2024 às 11h30
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uso da bicicleta
Pesquisa diz que 81% dos usuários afirmam que a preocupação com a sustentabilidade os influencia a optar pelo uso da bicicleta compartilhadas em vez de outros meios de transporte. Foto: RomanPashkovsky para Depositphotos

Andar de bicicleta já fazia parte da programação do final de semana da população brasileira, como por exemplo, dar uma volta no parque e passear com os filhos. No entanto, de uns tempos para cá, deixou de ser apenas uma forma de lazer, mas um meio de transporte essencial. A bike oferece diversas vantagens, como economia de tempo e dinheiro, prática de atividade física, menos acidentes e até mesmo ajuda ao meio ambiente. Segundo Thiago Boufelli, Diretor de Operações da Tembici, a bicicleta vem ganhando cada vez mais espaço como um meio de transporte nas grandes metrópoles brasileiras.

“Consideramos que existe uma crescente conscientização dos brasileiros sobre os benefícios individuais e coletivos que a bike proporciona. Em um levantamento realizado com a nossa base de usuários, percebemos que aspectos como a praticidade da pedalada, a promoção da qualidade de vida, economia financeira e o impacto positivo no meio ambiente permeiam a escolha e a priorização da utilização do modal nos trajetos cotidianos e que costumavam ser feitos com veículos automotores.”’

Andar de bicicleta contribui para redução de poluentes gasosos e sonoros da cidade e com a sustentabilidade do planeta. Essa troca já tem evitado uma potencial emissão de mais de 10 mil toneladas de CO2, diz o diretor.

“A bicicleta compartilhada é uma grande aliada do meio ambiente e do combate às mudanças climáticas. Isso porque é um meio de transporte não poluente que promove a redução da pegada de carbono nas metrópoles brasileiras. Por exemplo, no ano passado, o serviço latino-americano de bicicletas compartilhadas evitou a potencial emissão de mais de 10 mil toneladas de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, o que equivale a poupar o corte de mais de 74 mil árvores. Sendo assim, com o aumento na utilização do modal e a despriorização do uso de veículos automotores, entendemos que o impacto positivo também crescerá”, explica.

De acordo com dados de uma pesquisa da Tembici, 81% dos usuários afirmam que a preocupação com a sustentabilidade os influencia a usar bicicletas compartilhadas em vez de outros meios de transporte. Esse número mostra que a sustentabilidade nas grandes metrópoles não é mais um assunto restrito ao poder público. Ele vem ganhando força nas escolhas individuais. Trabalhando com os impulsionamentos corretos, fornecendo sistemas tecnológicos e oferecendo infraestrutura adaptável para os ciclistas, essa tendência tende apenas a crescer, diz Thiago.

“Falando especificamente do poder público, os órgãos que o compõem têm um papel fundamental na transformação das cidades, pois é ele que vai estruturar as políticas públicas que nortearão o objetivo de futuro que se quer construir. O fomento da mobilidade ativa demanda um olhar cuidadoso para que a infraestrutura viária permita o deslocamento seguro dos ciclistas”, conclui.

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