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21 de julho de 2024

Entregadores de aplicativos pedem medidas para aumentar segurança


Por Agência de Notícias Publicado 10/05/2022 às 21h45 Atualizado 08/11/2022 às 21h10
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Casos de violência envolvendo falsos entregadores de aplicativos tem gerado preocupação. Entidades pedem mais segurança.

Motoboys e entregadores de aplicativos de São Paulo pedem medidas para aumentar segurança da categoria e dos consumidores. Nesse sentido, dezenove sindicatos que representam ciclistas, motociclistas e mototaxistas assinaram um manifesto. Casos de violência envolvendo falsos entregadores tem gerado preocupação. O mais emblemático deles foi o do falso entregador que matou um jovem de 20 anos, Renan Loureiro, para roubar um celular.

Uma das reivindicações dos motoboys é a substituições das bags, as grandes mochilas de isopor e tecido que os trabalhadores carregam nas costas, por baús fixados diretamente nas motos.

Conforme Gerson Silva Cunha, vice presidente do Sindimoto SP, a mudança facilita a identificação dos trabalhadores além de trazer mais segurança no trânsito.

Outra reivindicação da categoria, por exemplo, é o cadastramento dos motociclistas pelas empresas de aplicativo.

Quem também defende a medida é o Ministério Público do Trabalho. No entanto, ela encontra resistência por parte das empresas que evitam a medida para não caracterizar vínculo empregatício e, com ele, a obrigatoriedade de pagamento de direitos trabalhistas.


Saiba mais:

Lei obriga empresas a garantir proteção e assistência a entregadores de aplicativo 

A Agência Brasil tentou contato com as duas principais empresas de aplicativo do país. O Ifood não respondeu à reportagem. Já, a Rappi, em nota, disse que segue um processo rigoroso de cadastramento de entregadores, bem como usuários da plataforma.

Sobre a substituição das bags pelos baús, a empresa alega que não evitaria atuação de criminosos porque os baús também podem ser fraudados.

 

Nesse sentido, a Secretaria de Segurança Publica de São Paulo se reuniu, na semana passada, com representantes das empresas para discutir alternativas de segurança. Na reunião não houve a participação de representantes dos motoboys.

As informações são da Agência Brasil

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