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04 de março de 2024

Tecnologia: carros poderão ter dispositivo antiembriaguez

De acordo com o site internacional Car Coops, os Estados Unidos já deram o primeiro passo ao encontro desta realidade.


Por Pauline Machado Publicado 17/01/2024 às 15h00 Atualizado 22/01/2024 às 11h58
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Dispositivo anti-embriaguez
Há uma possibilidade muito próxima de termos carros com dispositivo ’anti-embriaguez’. Foto: HayDmitriy para Depositphotos

Mesmo com a chegada dos carros elétricos, o que até bem pouco tempo era visto como algo muito futurista, ainda há muitas conjecturas a respeito de como serão os carros do futuro. Dentre tantas fantasias e hipóteses, uma coisa é certa: eles serão muito mais tecnológicos do que os veículos atuais.

Neste sentido há uma possibilidade muito próxima de termos carros com sistema ‘’antiembriaguez’’.

De acordo com o site internacional Car Coops – www.carcoops.com, os Estados Unidos já deram o primeiro passo ao encontro desta realidade. O país começou a estudar uma medida para evitar a condução de motoristas embriagados ou sob o efeito de outras drogas através de uma nova tecnologia. O site informa que a novidade está prevista para começar pioneiramente na América do Norte. A medida contará com a cooperação de todas as montadoras com produção local.

No momento, a nova tecnologia de monitoramento do nível alcoólico dos motoristas, que visa obter o nível de álcool no sangue do condutor em tempo real, ainda está em fase de testes. Além disso, precisa de regulamentação pela NHTSA – órgão de trânsito máximo nos Estados Unidos.

De acordo com os especialistas, o principal desafio para a afirmação do mecanismo está na confiabilidade que o novo sistema terá, por se tratar de uma tecnologia que promete resultados avançados sobre embriaguez ao volante, o que pode resultar em punições severas. 

Por outro lado, antes de o mercado americano começar a usar, o sistema de detecção de embriaguez precisa se confirmar como um sensor cirúrgico. Isso porque uma vez defeituoso, a tecnologia poderia possibilitar motoristas bêbados a trafegar livremente.

A expectativa é que, após os testes, se der certo em território americano, seja possível levar a tecnologia para outros mercados internacionais.

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