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25 de julho de 2024

Veja lista de 10 tendências da eletromobilidade para 2024

No último ano, a eletromobilidade ganhou destaque como um setor estratégico para a retomada da economia brasileira.


Por Pauline Machado Publicado 30/01/2024 às 18h00
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Eletromobilidade
O ano de 2024 promete ser promissor no setor da eletromobilidade. Foto: yakub88 para Depositphotos

No último ano, a eletromobilidade ganhou destaque como um setor estratégico para a retomada da economia brasileira. A chegada das montadoras chinesas, que anunciaram a produção de veículos elétricos no País, a partir de 2024, além dos investimentos das montadoras tradicionais, abrem uma possibilidade real de avanço para a mobilidade elétrica na nação.

Logo, a perspectiva é que neste ano de 2024, a força dessa cadeia produtiva que envolve desde a mineração de lítio em Minas Gerais até a produção de ônibus elétricos, automóveis, caminhões, motores elétricos, baterias, geração de energia e infraestrutura de recarga, gere ainda mais empregos de qualidade, desenvolvimento tecnológico e investimentos no Brasil.

Diante desse cenário promissor, a Tupinambá Energia, plataforma de recarga de veículos elétricos que realiza a operação das redes Shell Recharge, entre outras, listou o que considera serem as 10 principais tendências da eletromobilidade para  2024.

Acompanhe!

1- Redução de preços

A chegada de veículos elétricos chineses na faixa de R$100 mil a 110 mil, com preço mais competitivo, deve concorrer no mercado com modelos de grande volume de vendas, como os movidos a combustão de grandes montadoras.

2- Novas tecnologias em baterias

O valor dos minerais em queda e as baterias ainda mais baratas devem permitir que os veículos elétricos sejam realisticamente mais baratos que os seus equivalentes a combustão. O primeiro carro lançado já com bateria de sódio saiu às ruas final de dezembro de 2023 e outras montadoras poderão seguir a tendência.

3- Paridade de preço entre elétricos e combustão

2024 poderá ser o ano do eclipse de preços de todos os veículos leves. Apesar da retomada gradual da cobrança do imposto para carros 100% elétricos e do aumento das alíquotas para híbridos, a tendência é atingir a paridade de preço entre elétricos e carros a combustão. Em alguns segmentos já se observa um preço já inferior dos elétricos em relação aos seus equivalentes a combustão, como no segmento de luxo e sedans esportivos.

4- Retomada dos carros eletrificados

A retomada das ofertas eletrificadas das montadoras tradicionais poderá disputar o território com as entrantes chinesas, lançando modelos com mais autonomia, sem precedentes no mercado.

5- Estratégia comercial de segurar o repasse

No momento em que o carro elétrico importado volta a ser tributado, as montadoras poderão adotar estratégias comerciais para segurar o repasse do imposto para carros 100% elétricos e o aumento das alíquotas para híbridos e preservar a estratégia de negócios.

6- Novos conectores

O Brasil deve adotar oficialmente o padrão de conector de recarga CCS 2 e T2. Assim, usufruindo do potencial da rede elétrica trifásica com grande benefício para a velocidade e a segurança da recarga.

7- Infraestrutura de recarga

A infraestrutura de recarga rápida deverá dobrar de tamanho, com players como Raízen bem como a Shell Recharge dobrando suas redes com suporte da Tupinambá Energia.

8- Frotas

Empresas do segmento de transporte ou aquelas que têm logística como competência estratégica descobriram na eletrificação uma forma de descarbonizar a frota. Dessa forma, demonstrar à sociedade a sua preocupação com os caminhos do planeta. Assim, obtendo não apenas ganhos em reputação de marca, mas também ganhos financeiros expressivos. Esse segmento poderá crescer ainda mais nesse ano.

9- Usados seguirão em baixa

O segmento de elétricos usados tende a permanecer em baixa até que a confiança do consumidor em relação à tecnologia e à saúde das baterias seja superada. Nesse sentido, um movimento similar se observou em mercados maduros onde, após uma queda, observou-se uma crescente demanda pelos elétricos.

10- Ano do carro elétrico

Por fim, o “efeito Dolphin” será um ponto de inflexão no mercado brasileiro da eletromobilidade também em 2024. Com fabricação em alta assim como alinhamento de valores entre os consumidores chineses e brasileiros, grandes telas e muita tecnologia, os produtos das marcas chinesas cairão na graça do consumidor mainstream. Os benefícios operacional e financeiro dos elétricos ditará a tendência. Com o valor do ticket médio dos leves caindo ainda mais, a tendência é que 2024 seja o ano do carro elétrico.

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