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Empresa alerta para a importância dos parafusos de roda adequados para a segurança veicular

Um parafuso de roda de qualidade duvidosa pode comprometer a segurança de todos os ocupantes do veículo.


Por Assessoria de Imprensa Publicado 23/03/2024 às 18h00
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parafuso de rodas
Um dos principais componentes para a integridade e segurança dos veículos, que frequentemente passa despercebido, são os parafusos e porcas de roda. Foto: VitalikRadko para Depositphotos

A ZM, indústria com sede na cidade de Brusque, Santa Catarina, com mais de 40 anos de existência alerta para importância da qualidade dos materiais aplicados no desenvolvimento e projetos de parafusos e porcas de roda.

A segurança veicular é um tema de extrema importância, que muitas vezes é deixado de lado até que um acidente grave ocorra. Um dos principais componentes para a integridade e segurança dos veículos, que frequentemente passa despercebido, são os parafusos e porcas de roda. Estes itens, apesar de pequenos, desempenham um papel fundamental na manutenção das rodas fixadas ao veículo, evitando acidentes potencialmente fatais.

No Brasil, a questão da segurança relacionada aos parafusos de roda é alarmante.

Segundo dados do site JusBrasil, existem mais de 5.000 processos judiciais relacionados a acidentes provocados por rodas que se soltaram de veículos em movimento. Este dado é um alerta para a necessidade de conscientização sobre a qualidade dos parafusos de roda utilizados nos veículos.

Deve-se fabricar os parafusos de roda para o mercado de reposição seguindo rigorosamente as especificações das peças originais dos veículos. Além disso, devem atender às normas técnicas como a DIN 74 361, DIN 898-1 para linhas métricas ou a SAE J429 para linhas em polegadas. É imprescindível que esses componentes sejam produzidos com materiais de alta qualidade e submetidos a tratamentos térmicos adequados, como a têmpera, para garantir a resistência e durabilidade necessárias.

A diferença entre um parafuso de roda fabricado com materiais adequados e submetido ao processo de têmpera, comparado a um parafuso de marca duvidosa, sem tratamento térmico, é muito considerável. Estudos indicam que parafusos sem o devido tratamento térmico são até 35% menos resistentes. Isso significa que, em uma situação de estresse, como um impacto causado por um buraco na estrada em alta velocidade, a probabilidade de falha desses componentes inadequados é muito maior.

As tensões de cisalhamento, de escoamento e de ruptura são parâmetros técnicos que evidenciam a capacidade de um material de suportar forças sem se deformar ou quebrar. Um parafuso de roda de qualidade duvidosa apresenta valores muito inferiores nesses parâmetros, comprometendo a segurança. Na prática, isso significa que uma roda fixada com quatro parafusos inadequados pode ser até 8,4 toneladas menos resistente. Essa é uma diferença que pode ser decisiva na hora de evitar um acidente.

Além dos riscos de falhas, parafusos de baixa qualidade também podem causar problemas como o espanamento durante a aplicação, diminuindo o torque máximo de aperto e, consequentemente, a segurança do veículo.

Diante desses fatos, é essencial que consumidores e profissionais da área automotiva sejam criteriosos e cuidadosos na escolha dos parafusos de roda. É recomendável optar por marcas renomadas. Ou seja, que divulguem claramente as especificações técnicas, os processos de fabricação e os testes de qualidade pelos quais seus produtos passam. Desconfiem sempre de marcas que oferecem pouca ou nenhuma informação sobre seus produtos.

“A segurança veicular começa com a atenção aos detalhes. Parafusos e porcas de roda de qualidade não são apenas um investimento na manutenção do veículo, mas, principalmente, um investimento na segurança e na vida de todos os ocupantes do veículo. Parafusos sem procedência conhecida ou muito baratos podem refletir em falta de qualidade, comprometendo por economia; a segurança e a vida de sua família e de outros usuários da via.”, explica Poliana Zimermann, Coordenadora de Vendas e Marketing da ZM. “É aquele ditado que sempre ouvimos, o barato que sai muito caro.”, finaliza.

As informações são de Paula Skoretzky/ PSC Comunicação – Assessoria de Imprensa ZM S.A.

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