Nós usamos cookies para melhorar a sua experiência em nossos sites, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao acessar o Portal do Trânsito, você concorda com o uso dessa tecnologia. Saiba mais em nossa Política de Privacidade.

26 de fevereiro de 2024

Usar voz para mandar mensagens é tão perigoso quanto SMS


Por Mariana Czerwonka Publicado 23/01/2013 às 02h00 Atualizado 08/11/2022 às 23h51
 Tempo de leitura estimado: 00:00

Conselho de segurança tenta barrar nova lei da Califórnia e mostrar que enviar mensagens de voz também é perigoso

Recentemente, o governo da Califórnia, nos Estados Unidos, aprovou uma lei que permite aos motoristas enviar e receber mensagens de texto e emails utilizando dispositivos “hands-free”, ou seja, aqueles que funcionam por meio de comandos de voz e que não precisam das mãos de quem estiver dirigindo, uma vez que utilizam os sistemas eletrônicos e de som dos veículos.

Entretanto, o Conselho Nacional de Segurança para a Califórnia vem tentando “melar” essa liberação. De acordo com eles, vários estudos e experiências ao longo dos últimos anos já comprovaram que mandar e receber mensagens dessa maneira também é extremamente perigoso para o trânsito. Isso porque, de acordo com o conselho, pessoas que recebem e mandam textos enquanto dirigem mostram um comportamento muito semelhante ao visto em condutores embriagados.

Testes apontam os perigos

Em vários dos testes realizados, os que utilizaram dispositivos “hands-free” até conseguiram receber as comunicações de forma bastante tranquila e sem nenhuma confusão mental aparente durante a condução do veículo. Contudo, quando eles precisam enviar as respectivas mensagens, a queda nos níveis de atenção é semelhante àquela vista quando se manda correios escritos.

Dessa forma, eles tentaram provar que, mesmo que você esteja somente “falando” o seu email para os sistemas instalados no carro, os seus níveis cognitivos caem drasticamente.

Segundo o conselho, durante os testes, os motoristas tiravam a atenção da pista durante momentos muito mais longos do que o habitual, além conduzirem o carro de maneira bem mais irregular e obter um desempenho pior em curvas e desvios. Ou seja, mesmo que as suas duas mãos estejam no volante, a sua mente estaria em um lugar completamente diferente – algo que coloca não só a sua, mas a vida de muitas outras pessoas em perigo.

Fonte: Tecmundo

Receba as mais lidas da semana por e-mail

Comentar

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *