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27 de fevereiro de 2024

Estudo aponta alta de 14% na demanda por corridas de mototáxi no 1º semestre de 2023

De acordo com o estudo, este crescimento não é de hoje. Entre os anos de 2021 e 2022, o aumento da demanda por viagens particulares via mototáxi foi de 84%.


Por Pauline Machado Publicado 10/10/2023 às 15h00
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Corridas de mototáxi
Em 2022 a região Sudeste avançou para a 1ª colocação em relação a corridas de mototáxi. Arquivo/Prefeitura do Rio

Nos primeiros seis meses deste ano o número da demanda de corridas via mototáxi apresentou alta de 14%  em comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados são do levantamento feito pela Gaudium. Essa é uma startup de tecnologia com soluções para a mobilidade e logística, por meio das plataformas criadas com a Machine, tecnologia da Gaudium que auxilia no desenvolvimento de aplicativos de transporte e entregas.

De acordo com o estudo, este crescimento não é de hoje. Entre os anos de 2021 e 2022, o aumento da demanda por viagens particulares via mototáxi foi de 84%. O destaque é a região Sudeste que, no ano passado, teve um faturamento de R$ 17 milhões de reais com o modelo de transporte.

Detalhamento das corridas de mototáxi

A pesquisa identificou ainda que até o mês de agosto deste ano o estado de Minas Gerais liderava o ranking. O faturamento é de R$ 14 milhões, seguido pelo estado de Rondônia com R$ 6 milhões e do Pará com R$ 4 milhões.

Em termos de movimentação financeira geral, até o mês de agosto a solução de transporte já movimentou R$ 28,4 milhões. Isso equivale a 23% a mais do que no mesmo período do ano anterior.

De acordo com a pesquisa, no ranking de faturamento regional dos serviços de mototáxi em 2021 e 2022, o Nordeste liderou em 2021, com faturamento de R$ 8 milhões. Seguido pelas regiões Norte e Sudeste com faturamentos de R$ 6 milhões e R$ 5 milhões respectivamente.

Em 2022 a região Sudeste avançou para a 1ª colocação com um faturamento de R$ 17 milhões. Com o Nordeste e o Norte logo atrás, dispondo de faturamentos correspondentes a R$ 9,9 milhões e R$ 9,5 milhões, respectivamente.

Diante deste cenário geral, Ricardo Góes, sócio da Gaudium, enfatiza que esse aumento da demanda se dá pela agilidade assim como preços atraentes que o mototáxi dispõe.

“O modelo de transporte, embora não regulado em algumas grandes capitais, é muito atrativo ao público por ser mais barato do que os convencionais, e por garantir um tempo menor entre os locais de pedido e destino”, justifica e finaliza o executivo.

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